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Dálmata dá à luz 18 filhotes em parto de 14 horas

Parto durou 14 horas. Os 18 filhotes de dálmata já completaram um mês e passam muito bem.

Parto durou 14 horas. Os 18 filhotes de dálmata já completaram um mês e passam muito bem.

Desta vez, a vida superou a arte. Em “101 Dálmatas”, desenho animado dos estúdios Disney lançado em 1961, Prenda (ou Pepita, em algumas traduções brasileiras) surpreende os tutores e dá 15 filhotes à luz, despertando a cobiça da vilã Cruella de Vil, mas a dálmata Nellie foi além e teve uma ninhada de 18 filhotes.

O “fenômeno” aconteceu em Preston, Lancashire, no noroeste da Inglaterra, há pouco mais de um mês, e foi divulgado apenas no final de maio de 2020, quando os filhotes de dálmata – dez machos e oito fêmeas – superaram as dificuldades dos primeiros dias de vida. Naturalmente, o fato inusitado gerou certa preocupação para os humanos da família, mas a cadela e os filhotes estão passando bem e todos os bebês são saudáveis, de acordo com o veterinário que avaliou a ninhada no período.

O parto da dálmata

A enfermeira aposentada Louise Clemente, que já tinha outros nove cães da raça (inclusive a mãe e a avó de Nellie) foi surpreendida no dia 14 de abril, quando a dálmata entrou em trabalho de parto, que durou 14 longas horas. A tutora disse a blogs ingleses que a cadela é grande em comparação a outros cães da raça, mas ninguém esperava tantos filhotes de uma vez só.

Veterinários especializados dizem que o número normal de filhotes em uma ninhada de dálmatas varia de seis a oito filhotes, mas Nellie se superou. Clemente afirma que, depois de contar 15 bebês, acreditou que o parto havia chegado ao fim, pois a cadela parecia dormir.

Mas vieram ainda outros três. O sono aparente é considerado normal, uma vez que Nellie já estava em trabalho de parto havia horas. Ao contrário do que ocorre entre as humanas, o parto de cadelas pode ser desconfortável, mas não é doloroso. Esta foi a primeira gestação da cadela, que tem três anos de idade.

A enfermeira ainda não sabe que destino dará para os 18 dálmatas recém-chegados ao mundo, mas garantiu para os jornalistas que ficará com pelo menos um deles. Os demais deverão ser doados depois que forem desmamados.

Por enquanto, os 18 filhotes, cada vez mais curiosos, estão espalhados pela casa, dormindo na cozinha, na sala de estar e na despensa. Alguns, mais atrevidos, já se aventuraram a “experimentar” a cama da tutora.

As maiores ninhadas de cachorros

O recorde mundial pertence a uma fêmea de mastim napolitano, que, em 2004, deu à luz 24 filhotes. A ninhada exagerada está registrada no Guiness Book o Records, publicação que, desde 1955, se dedica a registrar as maiores marcas obtidas em diversas categorias.

Em 2012, uma cadela da raça mastim tibetano, uma das mais raras e caras do mundo (um filhote não castrado com pedigree chega a custar R$ 250 mil) eu à luz 22 cachorrinhos (17 sobreviveram). O parto – um verdadeiro bilhete premiado – aconteceu em Xinjiang, na China.

No Brasil, o recorde é de uma cadela São Bernardo que, em 2015, teve 20 filhotes (apenas 11 sobreviveram; outros nove, que só nasceram depois de a cadela ter ido para uma clínica veterinária, não resistiram). O fato ocorreu em Rolante (RS).

Na média ponderada, a raça com as maiores ninhadas é a rodhesian ridgeback, também conhecida como leão da Rodésia (atual Zimbábue, na África). Cadelas desta raça costumam dar à luz de oito a dez filhotes a cada gestação. As cadelas shih tzu também surpreendem com ninhadas de dez bebês, mas, em média, nascem seis cachorrinhos a cada gestação.

O número de filhotes varia de acordo com o porte e a raça. Lulus da Pomerânia, chihuahuas e pinschers costumam dar à luz dois ou três filhotes, sendo muito comuns os partos de apenas um bebê.

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