Dois cães inteligentes inventam um novo jeito de brincar de pegar a bola

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Estes dois cães espertos inventaram um jeito mais confortável de brincar de buscar objetos. Veja os vídeos…

Leyla e Bear formam a dupla dinâmica que vive com Kristine Lequerique em Denver, capital do Colorado, um dos estados do “Velho Oeste” americano. Nascidos e criados em apartamento, Leyla e Bear se mudaram recentemente para uma casa mais ampla, onde inventaram um jeito novo de brincar de buscar a bolinha. 

A nova versão de uma brincadeira clássica – cães buscam gravetos e bolinhas atirados por seus humanos desde tempos imemoriais – foi desenvolvida para garantir o máximo de diversão com o mínimo de trabalho: Leyla e Bear querem garantir o conforto, acima de tudo. 

Dois cães inteligentes inventam um novo jeito de brincar de pegar a bola

Mais diversão 

Desde que Kristine e o namorado, Jeremy Ortiz, se mudaram para um espaço maior, o primeiro desafio proposto para Leyla e Bear era buscar bolinhas atiradas para cima, na sala de estar. Os brinquedos quicavam e obrigavam os dois cães a subir e descer as escadas correndo. 

A bolinha quicando não deixava prever para onde iria. Os tutores simplesmente atiravam a bola para cima, que poderia tanto correr pelo segundo andar, quanto descer os degraus da escada – vale lembrar que a escada também era uma novidade para os cachorros. 

Certo dia, no entanto, Leyla decidiu tornar a atividade mais confortável. Em vez de descer os degraus freneticamente para “capturar” a bola arremessada, ela simplesmente passou a vez para Bear, que estava no andar de baixo da casa. 

Os peludos descobriram que bastava uma forma de cooperação. Enquanto um cobria o espaço do segundo andar, o outro se posicionava embaixo: a bolinha não tinha como escapar. Além disso, ninguém precisava ficar cansado e ofegante. 

Dois cães inteligentes inventam um novo jeito de brincar de pegar a bola

O melhor de tudo é que a diversão passou a ser para todos. Os tutores atiravam a bola e os cães se revezavam para resgatá-la, posicionando-se no alto dos degraus e embaixo. A busca da bolinha passou a exigir menos esforço, mas muito mais diversão. 

Além disso, ninguém ficava excluído da brincadeira. A bolinha, obedecendo à lei da gravidade, quase sempre quicava até cair no meio da sala de estar, onde Bear, mais jovem e mais ágil, estava a postos para agarrá-la. 

Caso o objeto ficasse preso no andar de cima, Leyla entrava em ação: ela sempre estava atenta para agarrar o “inimigo”. Mas a cachorra não precisava descer os degraus (e depois retornar para o seu posto): ela apenas soltava a bolinha, para que Bear a recuperasse no andar de baixo. 

Fama instantânea 

A tutora gravou os dois cachorros em ação – a brincadeira é a preferida da dupla – e postou as imagens nas redes sociais, que atraíram a atenção de milhares de internautas, que não economizaram curtidas e compartilhamentos. 

Os vídeos também chamaram a atenção da imprensa, que logo procurou Kristine para obter mais imagens da nova versão da brincadeira de buscar a bolinha. O site The Dodo, especializado em histórias sobre animais de estimação, entrevistou a tutora. 

A jovem disse que não acreditou quando observou a estratégia de Leyla e Bear pela primeira vez. Em um primeiro momento, ela acreditou que se tratava apenas de uma casualidade: um cachorro não saberia deixar a bola passar, esperando que o parceiro a capturasse. 

Kristine repetiu a experiência várias vezes e, em todas os cachorros se revezavam na tarefa de buscar a bolinha. Eles aprenderam a prever a trajetória e nem esboçam movimentos quando percebem que o objeto quicará para longe. 

Leyla e Bear demonstram preferência por brincar com a bolinha na sala de estar. Às vezes, a tutora atira o objeto pela janela, na esperança de que os cachorros continuem a brincadeira no quintal. Mas eles dão preferência a trazer a bolinha de volta para a sala: “é mais divertido e economiza energia, ninguém precisa se cansar”, deve imaginar a dupla.

Mas não pensem que os cachorros valorizam a lei do menor esforço. Tanto Leyla quanto Bear se dispõem a passar horas brincando de buscar a bolinha. Eles apenas encontraram uma forma mais confortável de alcançar o brinquedo. E os dois se divertem ao mesmo tempo. 

Kristine completa: “Eles fazem isso o dia todo, todos os dias. Eles podem passar horas na brincadeira. Quando tentamos parar, não adianta ignorá-los: eles atiram a bolinha no chão, para que ela nos alcance. É preciso começar tudo de novo”. E a diversão não termina nunca.