Vídeo: Ele não queria saber de cachorro, mas não resistiu ao filhote

Um homem insistia em não querer cachorro em casa, mas foi flagrado mimando o filhote.

Monica Gil Oliver, uma jovem que mora em Palma de Maiorca, na Espanha, publicou nas redes sociais um relato divertido sobre a adoção de um filhote. De acordo com a internauta, ela e a mãe queriam um cachorro, mas o pai não queria saber de animais em casa.

Em pouco tempo, no entanto, o pai de Monica foi flagrado com o cachorro no colo, enchendo o filhote de agrados e mimos. Não é possível saber quem está mais feliz: o pet ou o “homem que não queria saber de cachorro”.

A adoção

Monica e a mãe devem conhecer muito bem o homem turrão, que não queria saber de cachorro em casa, mas acabou se rendendo aos apelos do filhote. Muitas vezes, dizemos coisas que não estamos sentindo, apenas para não demonstrar fragilidade, que muitos entendem ser um ponto fraco.

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Seja como for, a jovem espanhola obteve um filhote e tratou de levá-lo para casa. Max, a nova mascote da família, foi recebido com festas e muita dedicação: Monica e a mãe providenciaram a cama, brinquedos, ração para filhotes e tudo o mais que um cachorrinho precisa nas primeiras semanas.

O pai tentou, por alguns dias, “manter as aparências”. Ele pouco interagia com Max e, quando o fazia, quase sempre era para repreender ou reclamar por algum malfeito. Os cãezinhos são especialistas em fazer coisas erradas, como roer um chinelo ou fazer xixi no meio do tapete.

Monica tinha recebido autorização da mãe para levar o cãozinho para casa, desde que ela se responsabilizasse por ele. Isso significava limpar a sujeira, servir comida e água, brincar, passear, levar ao veterinário, etc.

Desta forma, a jovem estava devidamente autorizada. O pai tentou ignorar e apontar os inconvenientes da convivência com um cachorro, mas não conseguiu resistir por muito tempo aos encantos de Max.

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A jovem flagrou o pai, certo dia, sentado em sua poltrona predileta, com o cachorrinho no colo. O filhote não estava apenas ao lado, mas muito bem acomodado no colo, com direito a carinhos e palavras de afeto.

Monica não demorou em gravar a atitude do pai, aquele homem que não queria saber de cachorro. Antes de levar o cachorro para casa, a jovem tinha enviado uma foto de Max para o pai, mas recebeu uma resposta seca: “Não quero saber de nada”.

A mesma frase serviu para legendar o vídeo de Max – o primeiro de uma série – que foi postado no Tik Tok. O material foi curtido, compartilhado ou comentado por mais de 1,4 milhão de usuários da rede social.

Aparentemente, a frase “Não quero saber de nada” ganhou um novo sentido. Agora, o pai de Monica parece apenas querer dizer: “Não quero saber de nada mais, só quero brincar com meu novo amigo e paparicá-lo”.

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Nos vídeos de Max, divulgados na página de Monica no Tik Tok, a jovem tutora apresentou toda a história, desde que descobriu o cãozinho, até o momento em que o encontrou nos braços do pai.

Ela lembrou os diálogos que tentou manter com o pai, encaminhando fotos e garantindo que a responsabilidade pelo cachorro seria dela e da mãe. Os argumentos do homem também foram capturados: lá está a frase famosa: “Não quero saber de nada”.

Entre as reações dos internautas que assistiram aos vídeos, um seguidor de Monica escreveu: “Por que os pais são sempre iguais?”. Outro ponderou: “Geralmente é isso que acontece: quem mais contesta é justamente quem passa mais tempo com o cachorro”.

Os motivos

A descrição de Monica se encaixa perfeitamente na história de milhares de famílias. Mudam os personagens, mas o final feliz é sempre o mesmo: um pai ou mãe, marido ou esposa, avô ou avó, não querem saber de animais em casa.

Os motivos alegados até que são razoáveis: animais de estimação dão trabalho, geram despesas, espalham pelos sobre os móveis, sujam a casa até aprender a fazer as necessidades no lugar certo. Isto vale para cachorros, gatos, hamsters, porquinhos-da-índia, chinchilas, furões, etc.

Por outro lado, as razões que levam os “resistentes” a mudar de opinião são igualmente muito parecidas. Os filhotes são fofinhos, carentes, delicados e indefesos. Mesmo aqueles que mais tarde se transformarão em gigantes encantam pelo jeito fofo de bebês.

Para quem resiste em ter a companhia de um cachorro, nós temos uma notícia ruim para dar: mesmo depois que crescem, mesmo depois que ficam idosos, eles continuam sendo tão adoráveis quanto no primeiro dia – ou até mais.

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