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    Cão fica dois anos em abrigo esperando a família perfeita adotá-lo

    Thompson é um cão muito simpático que passou dois longos anos esperando uma família que o amasse. Sua história no abrigo Refúgio de Animais Pflugerville iniciou quando ele foi encontrado em 2015 cercado de água depois que uma inundação tomou conta de onde ele morava. Uma pessoa percebeu o desespero do cão e o ajudou a sair. Machucado, foi levado ao abrigo onde impressionou os voluntários. Grandão, Thompson pesava oitenta quilos.

    Mas foi justamente o seu tamanho que o afastou das pessoas. Elas o consideravam assustador e incontrolável e não conseguiam enxergar o quanto Thompson era doce.

    Rapidamente os voluntários começaram a trabalhar com Thompson na tentativa de o deixarem apto para adoção. Thompson precisou ser treinado para abandonar os maus modos adquiridos no passado. Quando estivesse pronto, qualquer família iria adorar tê-lo ao seu lado.

    Thompson fez progressos e sempre demonstrou ser um cão feliz e de ótimo humor. Mas ainda assim ele continuava sendo deixado de lado pelas famílias, fazendo com que os voluntários do abrigo ficassem bem chateados.

    Quando Thompson completou dois anos de abrigo, o milagre aconteceu. Uma família composta por casal, dois filhos e um cachorrinho simpatizou com ele e decidiu adotá-lo. A alegria de todos os envolvidos foi grande. Rhonda Mclendon, diretora do abrigo, ficou emocionada e contou que ver Thompson sorrindo, caminhando ao lado dos seus novos pais era gratificante demais.

    O cão vive atualmente na sua nova casa, feliz em finalmente ter encontrado uma família para chamar de sua.

    COMPARTILHE esta história e nos ajuda a divulgar a importância das ongs e protetores. Obrigado!

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    Cadela encontrada amarrada é salva com toda sua família

    A cadela Amélia passou maus bocados quando morava com seus antigos “donos”, se é que podemos chamar pessoas assim de donos ou tutores. Ela foi encontrada amarrada junto a uma casinha de madeira, sob o sol forte, com os filhotes soltos ao redor. A negligência deixou a cachorrinha com sérios problemas de saúde. Para espanto de quem a encontrou, a cadela estava também com a orelha rasgada.

    O fato triste ocorreu no Texas, EUA, mas chegou ao conhecimento de Cindy Droogmans, de Long Island, graças aos seus contatos. Cindy coordena grupos de resgate no Texas onde há muitos cães de rua. Assim que soube do caso de Amélia, Cindy conseguiu que um veterinário local a examinasse. Após isso, o destino seria Long Island.

    Cindy relata que se assustou ao perceber que a pobre Amélia só tinha uma orelha. A cadela, por estar amarrada, mal podia cuidar dos filhotes que se espalhavam pelo terreno. O calor também castigava todos os cães.

    O contato de Amélia no Texas conseguiu convencer os donos dos cães negligenciados que os mesmos fossem entregues para adoção. Os oito animais foram levados a Long Island onde uma nova vida os espera a partir de agora.

    Todos os sete filhotes receberam nomes: Atishia, Angie, Amina, Aleria, Arrow, Aragão e Arion. Cindy conta que são todos umas gracinhas e certamente irão encontrar lares para sempre. Amélia segue em tratamento e a torcida é que ela encontre em breve um lar amoroso.

     

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    Cão desaparecido há seis anos retorna para casa

    Cheryl McCabe era a orgulhosa dona de uma patterdale terrier chamada Mitzy. Porém, no início de 2011 a cachorrinha sumiu de casa e a suspeita é que alguém a tenha levado naquela ocasião. Durante meses Cheryl a procurou, incansavelmente, mas o resultado foi nulo. A mulher, inclusive, pensou que Mitzy estava morta e ficou devastada, já que o animalzinho estava com a família desde os cinco semanas de vida. Como ela mesma disse, Mitzy era perfeita.

    Naquela época já havia redes sociais, mas não era tão forte como atualmente. Cheryl chegou a colocar cartazes e pedir ajuda aos vizinhos. Contudo, Mitzy nunca mais apareceu.

    Passaram-se seis anos até que Cheryl recebeu uma ligação de uma clínica veterinária avisando que Mitzy havia sido localizada. As informações armazenadas no microchip possibilitaram o contato com Cheryl.

    A dona de Mitzy não acreditou na mensagem que ouviu no correio de voz. Quando caiu a ficha que Mitzy finalmente estava de volta, Cheryl temeu que sua cadelinha não a reconhecesse.

    No entanto, a preocupação de Cheryl não tinha fundamento algum. Mitzy a identificou de imediato e foi como se todo o tempo em que estiveram afastadas uma da outra não houvesse existido. Logo Mitzy começou a fazer festa.

    Cheryl conta que ainda tinha na mente a Mitzy de seis anos antes. A única diferença agora é que a cadelinha está mais cinzenta ao redor dos olhos. No mais, Mitzy continua encantadora.

    Depois de longos seis anos, Mitzy voltou para casa e encontrou a família maior. Agora são três crianças, Gary (companheiro de Cheryl), dois cães e um periquito. Mitzy nunca mais se sentirá sozinha agora.

    Olha a importância dos grupos protetores de animais. Compartilhe esta história para que pessoas que perderam seus cãezinhos não percam a esperança.

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    Cachorro carregando saco de ração após o furacão viraliza nas redes sociais

    O furacão Harvey fez estragos no Texas, EUA, deixando muitas cidades debaixo d’água e cerca de trinta mil pessoas desalojadas. Ainda estão sendo contabilizados os prejuízos, mas não foi apenas tristeza que o furacão deixou na sua passagem. A foto de um cão carregando na boca seu saquinho de ração fez sucesso nas redes sociais.

    Tiele Dockens foi a autora da postagem no Facebook, mas apesar de usar a hashtag “refugiado”, ela garante que Otis, o cão, tem dono. Várias pessoas levaram na brincadeira o fato e comentaram no post que os saques já haviam começado.

    Otis saiu de casa depois da tempestade, dia 26 de agosto, mas o dono já o reencontrou. Ele vive em Sinton, arredores de Corpus Christi, no Texas, um dos lugares que mais sofreu com a ação do furacão Harvey.

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    Filhotes de cães são resgatados de dentro de bueiro em Porto Alegre

    A noite de quarta-feira, dia 16/08/2017, foi de tensão e angústia para os moradores da Vila dos Comerciários, em Porto Alegre. Mensagens constantes através do WhatsApp no grupo da associação dos moradores não paravam de chegar.

    O motivo de tantas mensagens?

    O filhote de um cãozinho havia caído dentro de um bueiro juntamente com o irmão.

    Quem deu o alerta foi Analice Moreira. Ela disparou a primeira mensagem avisando os vizinhos e anexou a foto de um dos filhotes já resgatado e bem assustado. Mas ainda faltava seu irmãozinho.

    Os vizinhos se mobilizaram pelo aplicativo. A sugestão de ligar para os bombeiros foi aceita, porém a corporação respondeu que como o cão não era de ninguém não podia fazer o resgate. A prefeitura também foi acionada, mas não houve garantias de que enviaria ajuda.

    Um segurança que fazia a ronda pelo local foi chamado, porém, assustado, o filhote mordeu o homem no dedo. A situação ficava cada vez mais preocupante. Já passavam das 23 horas e o cãozinho continuava dentro do buraco.

    Analice mandou uma mensagem para Paulo Rizzo, morador da rua detrás. Paulo, que assistia ao jogo do Grêmio, prometeu ajudar assim que a partida finalizasse.

    Neste meio tempo Camila Kosachenko soube o que estava acontecendo e se deslocou ao local junto com a mãe. Já eram 23h15min. Aquela altura Paulo e Analice tentavam distrair o cãozinho com uma porção de ração. Dentro do bueiro o pequeno não facilitava, era possível ouvir seus grunhidos furiosos. O outro filhote, desesperado, rondava o buraco onde o irmão tinha caído.

    Nada parecia dar certo.

    Paulo Rizzo, que provavelmente já havia abandonado o jogo do Grêmio para salvar o cachorrinho, lançou mão da última tentativa: entrar no bueiro. Com metade do corpo dentro do vão, Paulo pegou o filhotinho e gritou para os vizinhos que o puxassem pelas pernas.

    Lágrimas e palmas foram o desfecho feliz da história. Camila se responsabilizou pelos dois meninos e os levou para casa. Atualmente, Max Bernardino e Tufão Abelardo estão em uma clínica veterinária para exames e tratamento de anemia. Assim que estiverem recuperados dos dias de abandono e da aventura no bueiro, Camila os levará para casa onde a cadela Carmem Lúcia, uma vira-lata resgatada, os aguarda ansiosamente. O desejo de Camila é que todos formem uma família muito feliz.

    História linda que merece ser COMPARTILHADA!

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    Bombeiros salvam cachorro de incêndio e são presenteados com um doce sorriso

    O fato ocorreu no condado de Snohomish, Washington, EUA. Um incêndio estava consumindo uma casa e os bombeiros foram acionados. Entretanto, quando eles chegaram, os moradores relataram que o cão da família não havia conseguido sair da casa que estava em chamas.

    O lugar estava cheio de fumaça, mas isto não impediu que os bombeiros entrassem no local. Sampson foi encontrado, porém seu estado era crítico. Imediatamente ele foi levado para fora onde os socorristas começaram o processo de reanimação no jardim.

    O desespero tomou conta dos familiares quando o cachorrinho não respondeu às tentativas de reanimação. Mesmo assim os bombeiros não desistiram de salvá-lo. Foi realizada uma massagem cardiorespiratória e o uso de máscara de oxigênio canina. Aos poucos Sampson foi voltando à vida.

    Como o caso ainda inspirava cuidados, o cão foi levado com urgência a uma clínica veterinária onde foi examinado.

    Apesar de tudo, Sampson estava bem e foi liberado no mesmo dia.

    Mais tarde, os bombeiros retornaram à casa para procurar alguns focos de calor que podiam se reativar. Para surpresa deles, Sampson estava lá para recepcioná-los. Os bombeiros fizeram questão de posar para uma foto todos juntos e pela carinha de satisfação, dá para perceber que o cão é todo gratidão e alegria.

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    Bombeiro arrisca sua vida para salvar cão de afogamento

    O bombeiro de Miami Beach, Emílio Sanchez, teve seu dia de herói. Ele saltou na Baía de Biscayne, para salvar um cão idoso que havia caído nas suas águas.

    Tudo começou com uma ligação para o corpo de bombeiros de Miami, EUA. Frequentadores da praia avistaram Junior, de 12 anos, se afogando no mar. O esforço para se manter na superfície estava exaurindo as forças do cão. Ele já estava a 25 metros da costa quando Sanchez e os colegas chegaram. Não havia uma estratégia a ser planejada, pois a situação de Junior era bem complicada. Sanchez imediatamente se jogou na água e nadou em direção ao cão.

    Sanchez conseguiu alcançá-lo e o colocou sobre seus ombros. Após retornar nadando com apenas um braço, uma placa foi colocada na água para servir de rampa para Junior subir em um barco. Porém, o cão estava em pânico e muito cansado, e acabou tendo que ser empurrado por Sanchez e puxado por outros bombeiros. Foi difícil, mas Junior finalmente conseguiu sair da água.

    Os bombeiros o examinaram e concluíram que Junior estava muito bem, apesar de tudo. Depois de descansar no corpo de bombeiros, Junior se encontrou com o tutor. José Ruiz ficou aliviado ao ver seu cão salvo e o levou para casa, depois de agradecer muito a Sanchez e aos colegas. Para um cão que não gosta de água, Junior passou por uma provação e tanto.

    Vídeo do reencontro com seu dono:

    Os vídeos postados nas mídias sociais renderam milhares de visualizações. As pessoas não cansam de curtir e elogiar o trabalho heroico dos bombeiros.

    Vídeo de resgate de Junior postado em 27/07/2017:

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    Cães inseparáveis lutam para serem adotados por mesma família

    A história de Bonnie e Clyde enternece o coração de qualquer um. Ambos eram cães abandonados e foram encontrados vagando pelas ruas do Arizona, EUA. Para sorte dos dois, o grupo de resgate Maricopa County Animal Care and Control (MCACC), os levou para o abrigo. Logo os voluntários se deram conta que os dois animais eram muito unidos e então foi providenciado um canil somente para eles.

    Todos nós sabemos que é normal cães se aconchegarem uns aos outros. Mas entre Bonnie e Clyde o vínculo é muito mais forte. No início, os voluntários pensaram que fosse só coincidência. Mas não. Os dois estão sempre juntos, até mesmo quando dormem.

    Eles são tão inseparáveis e se apoiam tanto um ao outro que o desejo do MCACC é que uma mesma família os adote para evitar a separação. Os voluntários acreditam que afastados os dois cãezinhos não serão mais felizes.

    Vamos torcer para que uma família amorosa adote Bonnie e Clyde e eles consigam uma casa para sempre.

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    Cadela idosa e doente consegue um novo e amoroso lar

    A vida da chihuahua Jelly mudou depois que suas fotos foram postadas no Facebook. Elaine Seamans é gerente da Fundação Atchoo que possui um belo objetivo: ajudar a arcar com custos médicos de cães que vivem em abrigos. Quando a mulher viu a foto da idosa Jelly, de 14 anos, seu coração bateu mais forte.

    Jelly, uma senhora bem velhinha, foi parar no Baldwin Park Shelter através do seu antigo dono. Não se sabe por que a família não a quis mais. O certo é que para Jelly não foi nada fácil. Além da questão da idade, a cadelinha é surda, cega e possui outros problemas de saúde. Talvez o tutor não quisesse ou não tivesse condições de arcar com tantas despesas no tratamento de Jelly e decidiu descartá-la.

    Elaine, sabendo da vida difícil da cadela, não tinha esperança que ela fosse amistosa. Por isso surpreendeu-se quando foi recebida carinhosamente e de um modo tão doce por Jelly, no abrigo. Elaine conta que ficou surpresa ao segurá-la no colo. Logo a cadela encostou a cabecinha no peito da mulher e ali ficou, aconchegada e confiante.

    Apesar disso, Elaine não podia ficar com ela. Mas decidiu que ajudaria o abrigo a encontrar a família perfeita para Jelly. As postagens das fotos da cachorrinha nas mídias sociais chamaram a atenção de Carlynne McDonell, fundadora e Gerente da Casa dos Animais, da Barkee LaRoux’s. Carlynne ficou tão tocada pelas fotos de Jelly que decidiu levá-la para a Fundação. Porém, os altos custos dos tratamentos a assustaram. A Fundação Atchoo ofereceu bancar os custos veterinários de Jelly se a Fundação de Carlynne a acolhesse.

    A intenção desde o início era encaminhar Jelly para adoção, mas Carlynne ao vê-la também sentiu seu coração derreter. Não precisou muito para decidir que Jelly seria sua.

    A cadela foi levada para a casa de Carlynne e, conforme ela, não demorou quase nada para se adaptar ao novo lar. Pelas fotos é possível ver que Jelly está se sentindo muito à vontade com sua nova família!

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    Diabetes em cães: causas, sintomas e tratamento

    O diabetes em cães, uma doença metabólica responsável por sérios transtornos à saúde dos animais de estimação, vem ocupando cada vez mais espaço nas clínicas e hospitais veterinários. A maioria dos animais afetados é composta por adultos a partir dos quatro anos de idade.

    O número de cadelas diabéticas é o dobro dos machos afetados. Suspeita-se que os cães de pequeno porte sejam mais suscetíveis ao diabetes.

    No Brasil, grande número de pinschers sofre com o diabetes, também comum em dachshunds, schnauzers miniatura, lulus da Pomerânia, beagles e poodles toy. Entre os cães grandes, a doença acomete principalmente os retrievers do Labrador, golden retrievers e samoiedas. Seja como for, a doença é típica da espécie; portanto, qualquer cão pode desenvolver diabetes.

    Complicações do diabetes canina

    Além de prejudicar seriamente a qualidade de vida, o diabetes em cães, assim como nos humanos, é fator de problemas ópticos (como catarata e glaucoma), doenças renais, desordens do sistema nervoso central e periférico, aumento da suscetibilidade a infecções e, em casos graves, cetoacidose diabética, determinada pelo aumento de cetonas (corpos cetônicos) no sangue e na urina.

    A cetoacidose é uma situação de emergência. Quando há falta de insulina (o hormônio responsável por equilibrar o açúcar na corrente sanguínea e transportá-lo para as células), o nível energético cai e o organismo passa a utilizar a gordura estocada para produzir energia e evitar um colapso celular.

    Um dos subprodutos desta estratégia, no entanto, são as cetonas, que, em níveis elevados, causam intoxicações nos rins e no fígado: eles podem literalmente envenenar os diabéticos. Os animais podem entrar em coma e morrer em poucas horas caso não haja socorro de saúde.

    O diabetes não dependente de insulina é uma condição bastante rara entre os cães. Os tipos diagnosticados mais comuns em nossos amigos de quatro patas são:

    • diabetes mellitus – é caracterizado pelo excesso do teor de glicose no sangue. A doença é causada pela redução da produção, pelo pâncreas, do hormônio insulina. Este tipo pode ser congênito e, neste caso, os sintomas do diabetes já surgem nos filhotes. A maioria dos casos, no entanto, é causada pela resistência orgânica à insulina, quase sempre provocada por doenças do pâncreas, pelo sedentarismo e por maus hábitos alimentares;

    • diabetes insipidus – está relacionado a uma deficiência da vasopressina (hormônio antidiurético normalmente secretado em casos de desidratação e queda da pressão arterial). Com a redução da produção, os cães passam a ter mais sede e a urinar mais, desenvolvendo, no médio prazo, sintomas semelhantes ao do diabetes mellitus. A doença é causada por deficiências da hipófise (glândula na base do cérebro responsável pela produção de vasopressina) ou por problemas renais.

    Os sintomas do diabetes em cachorros

    Os sinais mais comuns do diabetes em cachorros são a sede excessiva (polidipsia), aumento do volume de urina (poliúria) e, em alguns casos, incontinência urinária. Nos casos de diabetes mellitus em cães moradores de quintais, é comum que se juntem formigas nos locais em que o animal está acostumado a urinar (diversas espécies destes insetos são atraídas pelo alto teor de açúcar).

    Apesar do aumento do apetite, identificado na maioria dos casos – inclusive com o desenvolvimento da polifagia (avidez desmedida por alimentos sólidos), os animais apresentam perda visível de peso e podem ter problemas de visão (especialmente a catarata); Cansaço e irritabilidade são frequentemente identificados entre os cães diabéticos.

    Alguns sintomas não se manifestam em todos os casos, mas podem servir como alerta aos proprietários. Alguns cães apresentam problemas cutâneos (como a piodermite, dermatite bacteriana caracterizada pela presença de pus nas ulcerações, e a alopecia localizada [perda de pelos]) e aumento do volume do fígado, perceptível através da palpação.

    Com o avanço da doença, podem ocorrer sobrepeso e obesidade, aumento das infecções urinárias, fraqueza extrema, perda de interesse por brinquedos e passeios, quadros frequentes de desidratação e halitose diabética, indicativo do desenvolvimento de cetoacidose diabética.

    O diagnóstico do diabetes nos cães

    Assim que os primeiros sintomas se instalarem, o proprietário deve submeter o cachorro a uma avaliação veterinária. Uma vez que tenha sido realizada a avaliação clínica e a suspeita de diabetes tenha sido mantida, o médico solicitará exames de sangue (que devem ser realizados em jejum) para dosar o teor de glicose no sangue. Em caso de diabetes, a glicemia (teor de açúcar no sangue) ultrapassa 1,5 g/l, podendo atingir até 4 g/l.

    A ausência da glicose no sangue, no entanto, não é suficiente para descartar a possibilidade de diabetes. Exames complementares, com a análise de outros parâmetros sanguíneos, podem identificar complicações hepáticas ou renais comuns à doença.

    O tratamento para diabetes nos cachorros

    Uma vez confirmado o diagnóstico, os cães devem iniciar a terapia para suprir a deficiência de produção de insulina pelo pâncreas. O diabetes ainda não tem cura, mas os animais, com o tratamento adequado, podem ter a longevidade prolongada e melhorar bastante a qualidade de vida.

    Na maioria dos casos de diabetes em cães, o equilíbrio dos níveis do hormônio pancreáticos destinados a reduzir o teor de glicose é obtido através de insulina sintética obtida através de hormônios naturais produzidos por porcos. O medicamento é bastante eficiente, mas a dosagem precisa ser exata, para evitar quedas bruscas da glicemia.

    Em geral, o objetivo do tratamento é manter a glicemia abaixo de 2 g/l (percentual ainda considerado, em exames laboratoriais, como hiperglicêmico). Para manter este quadro, recomenda-se administrar, a cada dois ou três dias (de acordo com a orientação do veterinário), uma dose padrão de insulina endovenosa.

    No início do tratamento, de acordo com as condições dos cães, a internação é indicada, para a ministração das primeiras doses de insulina e controle de enfermidades relacionadas. Este período é importante também para que os proprietários possam aprender a calcular as doses de medicamento e a aplicar as injeções.

    Entre os cães, não é indicado que os donos façam o controle doméstico do nível de insulina (como ocorre entre os pacientes humanos), uma vez que erros de interpretação, muito comuns na avaliação dos pets, podem levar a doses excessivas, que podem determinar convulsões, coma e até mesmo a morte dos animais diabéticos.

    Acidentes causados por overdose são caracterizados por quadros repentinos de hipoglicemia, cujos sinais principais são fadiga, irritabilidade, dificuldade de engolir e transtornos de locomoção. Uma coleta mensal de sangue, em laboratório, é suficiente para determinar as doses de medicamento necessárias.

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    Frontline: a solução contra pulgas e carrapatos

    A linha Frontline, fabricada pela Merial, é composta pelo Plus, Topspot e Spray. Todos são indicados para cães e gatos. Os produtos não são tóxicos, agem por contato, resistem aos banhos e apresentam efeito imediato e duradouro, que se prolonga por até seis semanas. Os princípios ativos do Frontline são o fipronil e o S-metopreno, um inibidor de crescimento.

    O uso do Frontline como adulticida extermina pulgas, carrapatos e piolhos, agindo no sistema nervoso central dos parasitas, exterminando-os em apenas 24 horas, sem necessidade de que o cão ou gato seja picado. Já o inibidor de crescimento impede a eclosão dos ovos e o desenvolvimento das larvas.

    Especialistas recomendam a reaplicação do inseticida a cada seis semanas (no caso de infestações apenas por pulgas, os cães ficam protegidos por até três meses). O Frontline apresenta fórmulas específicas para gatos e cães de até 10 kg, entre 10 kg e 20 kg e entre 20 kg e 40 kg. As unidades do Plus e do Topspot são comercializadas em dose única e as do Spray em frascos de 250 e 500 ml.

    Os produtos Frontline

    O Frontline Plus é indicado para o controle de pulgas, carrapatos e piolhos adultos e também combate as larvas e ovos das pulgas (principal parasita urbano dos pets); é indicado também para o combate a reinfestações, reduzindo inclusive a presença dos insetos no ambiente.

    O Frontline Topspot pode ser utilizado em cães adultos, fêmeas grávidas e na fase de lactação e em filhotes a partir da oitava semana de vida. A fórmula é indicada para exterminar parasitas adultos. Também é indicado para prevenir infestações.

    Já o Frontline Spray apresenta ação instantânea e pode ser utilizado em filhotes a partir do segundo dia de vida e em fêmeas grávidas e lactantes. Os parasitas são eliminados imediatamente e o efeito residual do produto garante a eliminação de pulgas e carrapatos que se instalarem nas semanas seguintes.

    Veja também:

    As doenças combatidas com Frontline

    As picadas de pulgas, carrapatos e piolhos causam grandes desconfortos, obrigando os animais de estimação (e também muitas espécies silvestres) a se coçarem incessantemente, fato que provoca irritações e feridas na pele e alopecia (perda de pelos).

    As pulgas são os parasitas mais comuns em cães e gatos. No entanto, estas irritações passageiras são o menor dos problemas. As larvas destes insetos têm a alimentação baseada em ovos de solitárias (Taenia solium), que, uma vez ingeridas, passam a se desenvolver no sistema digestório das pulgas e podem infestar os pets.

    As pulgas também são vetores da peste bubônica, doença transmissível aos seres humanos que reapareceu há duas décadas no continente africano. Outras enfermidades mais comuns são: tifo murino, anemia (algumas espécies continuam sugando sangue mesmo depois de saciadas), salmonelose (doença gastrointestinal que provoca diarreia e desconforto abdominal) e bicho-de-pé (quando um indivíduo da espécie Tunga penetrans invade a pele).

    Uma fêmea da espécie põe entre 200 e 600 ovos durante toda a vida, a partir de um único acasalamento inicial. As larvas nascem de dois a 12 dias, mas os ovos podem permanecer em estado latente por até um ano, no caso de temperaturas muito baixas. Um ano é também o período que uma pulga pode ficar sem se alimentar.

    O carrapato, também conhecido como carraça, é outro inseto hematófago (sugador de sangue, substância necessária para a maturação dos ovos) que prejudica seriamente a vida dos pets – e dos donos também. Já foram classificadas mais de 900 espécies, catalogadas nas famílias Ixodidae e Argasidae.

    As fêmeas dos carrapatos produzem centenas de ovos. Logo depois da postura, os insetos morrem. Os carrapatos podem ter de um a três hospedeiros. As espécies mais comuns no Brasil são o carrapato-de-boi, o carrapato-vermelho (o mais comum entre cães e gatos), o carrapato-de-galinha (que transmite a bouba, semelhante à sífilis, aos galináceos) e o carrapato-estrela (o mais comum entre os humanos).

    Os carrapatos transmitem a febre maculosa (que também acomete seres humanos e tem os sintomas iniciais muito semelhantes aos de uma gripe ou resfriado), babebiose canina (que destrói as hemácias), erliquiose canina (que também afeta humanos e gatos) e doença de Lyme (considerada a doença transmitida por vetores mais prevalente nos EUA; no Brasil, já foi diagnosticada em São Paulo e no Rio de Janeiro).

    Os piolhos que afetam cães e gatos são inofensivos aos humanos. Além disto, estes insetos não sobrevivem mais de 24 horas distantes dos hospedeiros. Eles são transmitidos diretamente entre os pets e também pelo contato direto com camas, almofadas, casinhas, brinquedos, roupas, etc. A infestação leva o nome de pediculose.

    Dois gêneros de piolhos atacam os animais de estimação: os Anoplura são hematófagos e podem causar anemia e fraqueza, nos casos de infestações maciças; os Malophaga são mastigadores e se alimentam de células mortas dos pelos e da pele. Estes últimos podem ser infectados por Dipylidium caninum (que também atacam gatos), responsáveis por uma verminose intestinal.

    No caso de dipilidiose, o verme pode contaminar seres humanos. Nos pets, os sintomas mais comuns são a coceira em posição de trenó (esfregando o ânus contra o solo), perda de pelos, escoriações na pele e presença de proglotes (segmentos ou “anéis” dos vermes cestoides) nas fezes. Os animais ficam irritadiços e ansiosos.

    Há, no entanto, casos assintomáticos de dipilidiose, que é mais comum nos meses frios. O tratamento contra piolhos é feito com medicamentos e produtos tópicos, como xampus. As lêndeas são ovos pequenos de menos de um milímetro de diâmetro que ficam grudadas nos pelos.

    Outra doença grave transmitida por piolhos infectados é a febre das trincheiras, que recebeu este nome em função da transmissão muito comum entre a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, quando os soldados ficavam entrincheirados.

    O mal é causado pela bactéria Bartonella quintana, afeta humanos e gatos domésticos e selvagens e é caracterizado por febre alta, dor de cabeça, dor nas pernas, dificuldade para respirar, conjuntivite, dor abdominal, falta de apetite e inflamação dos gânglios do pescoço.
    A febre das trincheiras pode evoluir para condições potencialmente letais:

    • angiomatose bacilar: infecção progressiva dos vasos sanguíneos, que afeta principalmente pessoas com imunodepressão;

    • endocardite: infecção na membrana mais interna do coração, que pode se expandir para o septo interventricular, válvulas cardíacas e cordas tendinosas (que abrem e fecham as válvulas);

    • insuficiência cardíaca (incapacidade do coração de bombear o sangue em quantidade suficiente para dar resposta às necessidades do organismo);

    • bacteriemia (proliferação de bactérias na corrente sanguínea).

    Pulgas, piolhos e carrapatos, mesmo que não estejam infectados por micro-organismos, podem causar DAPP (dermatite alérgica a picadas e pulgas), um problema muito comum, que prejudica seriamente a qualidade de vida dos pets. Frontline é uma forma simples para eliminar este problema: basta aplicar uma dose mensal para livrar os nossos amigos de todos estes problemas.

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    Receita de Frontline caseiro

    Frontline é uma linha de produtos da SANOFI, grupo farmacêutico presente em mais de cem países. O produto comprovadamente elimina pulgas, carrapatos e piolhos adultos e também contra ovos e larvas de pulgas que infestam cães e gatos. No entanto, o Frontline custa caro. Desta forma, uma receita de Frontline caseiro vem a calhar.

    Mas, funciona? Quem testou o Frontline caseiro garante que sim. A receita é barata e vale a pena testá-la nos pets.

    A receita é bem divulgada na internet, com algumas alterações nos ingredientes. O produto é útil para prevenir e combater infestações, mas, em função do cheiro forte, pode ser contraindicado para cães e gatos alérgicos a produtos tópicos. De qualquer forma, sempre é importante tentar.

    A receita de Frontline feito em casa

    Para fazer a receita de Frontline caseiro, você vai precisar de:

    • um litro de álcool de cereais;
    • 60 gramas de cânfora (três pedrinhas);
    • um pacote de cravo-da-índia;
    • um copo americano de vinagre de vinho branco (250 ml).

    Coe em um filtro de papel antes da aplicação. Na impossibilidade de adquirir álcool de cereais, o item pode ser substituído por álcool comum (vendido em farmácias e supermercados). Alguns criadores recomendam utilizar até oito pedrinhas de cânfora para um litro de álcool e deixar o Frontline caseiro descansando por 24 horas antes da aplicação.

    É importante higienizar o ambiente antes da aplicação, uma vez que 90% das pulgas e carrapatos se encontram nos cômodos em que os cães e gatos circulam, e não nos pelos dos animais. O Frontline caseiro também pode ser borrifado no ambiente e nas casinhas/ caminhas dos pets.

    Modo de fazer o Frontline caseiro

    Misture todos os ingredientes e ferva tudo em uma panela até que as pedras de cânfora estejam dissolvidas.

    Para melhor dissolução, esmague as pedrinhas de cânfora com um garfo e embeba-as com o álcool de cereais antes de levar a mistura ao fogo (em alguns estabelecimentos, é possível comprar cânfora em pó). Tome cuidado: o álcool pode se incendiar. De qualquer forma, não dilua a mistura em água, para não comprometer a eficácia.

    Para aplicar o Frontline caseiro, basta utilizar um borrifador comum e envolver o animal de estimação com uma toalha até que os parasitas morram (as pulgas morrem imediatamente e os carrapatos ficam atordoados, o que facilita bastante a remoção). Bastam 15 minutos, mas é preciso ter muita paciência, uma vez que os animais reclamam demais, principalmente em função do odor.

    Em seguida, dê um banho no pet e, quando os pelos estiverem secos, borrife um pouco do produto na altura da cernelha, para prevenir.

    O Frontline caseiro não deve ser aplicado em animais com a saúde debilitada, nem em filhotes. Os animais já devem estar vacinados e vermifugados antes de receber a primeira dose do produto.

    No momento da aplicação, é necessário ter cuidado com as áreas mais sensíveis, como os olhos, ânus, orelhas, focinho e boca (mucosas em geral). Repita o procedimento a cada 15 dias, até observar que os parasitas foram totalmente eliminados, não voltem mais.

    O produto não é tóxico, mas o cheiro forte da cânfora incomoda bastante os pets. O Frontline caseiro é uma boa opção também para humanos, servindo como repelente contra mosquitos.

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