• in

    Cães com dificuldade para respirar: o que pode ser?

    Cães com dificuldade para respirar não é um fato normal. Certamente, depois de uma corrida pesada, qualquer cão (e nós também) pode perder o fôlego por alguns minutos, mas eles se recuperam com facilidade: em poucos minutos, estão prontos para outra brincadeira.

    Outra ocorrência mais ou menos comum pode ser observada em algumas raças caninas. Os cães braquicefálicos (que têm o focinho achatado, como o pug, o Boston terrier e o buldogue) apresentam respiração mais ruidosa, porque têm naturalmente as aberturas nasais muito estreitas.

    Se o cachorro sempre respirou normalmente e passou a apresentar dificuldades de um momento para outro, é preciso procurar ajuda especializada. Vale o mesmo nos casos de traumas, em que as vias aéreas podem estar obstruídas. Inspirações curtas e rápidas indicam que alguma coisa está errada.

    No entanto, quando cães apresentam dificuldade para respirar, é um sinal de alerta: os pets podem estar em desconforto e até mesmo correndo perigo de vida. São muitas as causas, desde as mais simples, como alergias e resfriados, às mais graves, como bronquite, pneumonia, infecções, engasgos com objetos, tosse dos canis, hemotórax (presença de sangue nas vias respiratórias, geralmente causada por traumas), pleurisia e até mesmo tumores no tórax.

    O frio é mais propício às infecções e inflamações respiratórias. Por isto, mantenha seus cães aquecidos. Não é necessário utilizar roupas (muitos pets não se acostumam a elas), mas correntes de ar devem ser evitadas. Os animais que vivem fora de casa precisam ser protegidos do vento e do frio. A casinha deve ter a porta apontando para o norte.

    Parada respiratória em cachorros

    Esta é uma situação que requer atendimento urgente e imediato. Entre em contato com o veterinário e, no trajeto, verifique o som dos batimentos cardíacos e a respiração (cães em repouso inspiram e expiram de dez a 30 vezes por minuto).

    Caso não seja possível identificar os sons, deite o pet do lado direito, feche a boca inteiramente e sopre na direção do focinho, semelhante a uma respiração boca-a-boca.

    Em seguida, deve ter início à massagem cardíaca. São compressões no lado esquerdo do tórax, na altura do cotovelo do animal. Devem ser feitas cinco compressões para cada sopro no focinho. O procedimento deve ser repetido até a chegada à clínica veterinária.

    Fique atento(a)!

    Outros sintomas podem surgir juntamente com a dificuldade de respirar. Confira:

    • secreção nasal;
    • tosse;
    • latidos roucos;
    • febre;
    • aumento do volume da caixa torácica;
    • cianose (mucosas azuladas ou arroxeadas);
    • dificuldade para se alimentar;
    • acessos de vômito (o esforço para respirar pode provocar refluxos).

    Causas simples de dificuldades de respirar

    As causas mais comuns da dificuldade de respirar são as gripes e resfriados. É comum que cães adultos fiquem gripados até duas vezes por ano, mas é preciso atenção e cuidado, uma vez que uma gripe pode evoluir para uma pneumonia, que é uma doença potencialmente fatal.

    A gripe canina é transmitida pelo vírus H3N8, que não é transmitido aos seres humanos. O contato ocorre nas brincadeiras com cães doentes ou em passeios (os cães infectados podem permanecer até dez dias com o vírus antes de apresentar os sintomas). Existem vacinas antigripais, mas elas são indicadas principalmente para pets que se hospedam em hotéis para animais, participam de exposições e competições ou trabalham longas horas diárias ao ar livre, como os policiais e os cães-guia.

    Se o seu cão passa o dia inteiro num quintal “exclusivo”, a vacinação pode ser desnecessária. Em qualquer caso, o veterinário deve ser consultado: animais idosos e portadores de doenças crônicas são mais suscetíveis a infecções por vírus.

    Os dias secos e frios, comuns no inverno brasileiro (especialmente nas regiões Sul e Sudeste) favorecem o surgimento de danos nas mucosas nasais e bucais. Isto aumenta os riscos de doenças respiratórias. Os sintomas mais comuns das gripes e resfriados caninos são:

    • respiração rápida, superficial e ofegante;
    • desânimo e cansaço;
    • perda de apetite e dificuldade para engolir;
    • tosse seca;
    • corrimento nasal.

    O tratamento para a dificuldade de respirar

    O tratamento irá depender do fator que está determinando a dificuldade de respirar. O problema pode ser corrigido com medicamentos orais, inalações e até mesmo cirurgias. Apenas o veterinário tem condições de diagnosticar o mal que está afetando os nossos pets. Por isto, fique longe da medicação e, quando surgirem os sinais, leve-os para o consultório.

    A pneumonia é uma doença relativamente comum entre os cães. Trata-se de uma infecção que pode ser transmitida por vírus, bactérias ou fungos. Geralmente, ela ocorre como uma complicação da gripe simples e requer atenção médica.

    A tosse dos canis (traqueobronquite) é outra doença exclusivamente canina e geralmente ocorrer onde há aglomeração de cães, como em hotéis, canis e locais de adestramento. Quando ela é provocada por vírus, geralmente cessa espontaneamente em 20 dias. A tosse dos canis bacteriana, porém, demanda tratamento com antibióticos.

    A asma (bronquite asmática) é uma inflamação mais ou menos severa das vias respiratórias. Nesta desordem, os brônquios ficam comprimidos, o que dificulta a passagem do ar e causa a dificuldade de respirar. Na maioria dos casos, a asma é causada por fatores externos (poluição atmosférica, fumaça de cigarros, ácaros, mofo e, em alguns casos, produtos de higiene e limpeza).

    A asma causa crises mais ou menos frequentes. A maioria dos cães doentes apresenta sintomas leves, mas existem casos em que a doença leva à morte. Estes animais devem ter o esforço físico reduzido. O veterinário pode receitar broncodilatadores e corticoides, que podem ser aplicados em casa.

    Providências necessárias

    Algumas providências ajudam a manter a saúde dos cães. Uma delas é seguir o tratamento prescrito (medicação e exercícios), uma vez identificada a causa da dificuldade de respirar. Para prevenir o problema de dificuldade de respirar nos cachorros, tutores responsáveis devem:

    • não negligenciar nas vacinas. O calendário deve ser seguido rigorosamente;

    • submeter os cães adultos a check-ups anuais. Os filhotes e os animais idosos devem ser avaliados com mais frequência;

    • não expor os animais ao frio e à chuva;

    • manter a rotina dos banhos e higienizar os locais em que os animais brincam e descansam.

    A alimentação também é importante. Deve-se oferecer a ração na quantidade indicada para a idade e porte e resistir aos “pedidos” de guloseimas. Óleos vegetais, sal e açúcar são extremamente tóxicos para cães e podem favorecer o desenvolvimento de uma série de doenças.

    Os animais que não recebem uma alimentação rica em nutrientes (presentes nas rações caninas de qualidade) desenvolvem deficiências do sistema imunológico e, assim, tornam-se mais suscetíveis a infecções e inflamações, atraindo doenças com mais facilidade.

  • in

    Filhote precisou fazer uma cirurgia na orelha e veterinário caprichou no resultado

    Remi e Cooper são dois cães filhotes da Lucky Lab Rescue and Adoption que serão promovidos para adoção. Quem está cuidando disso é Carlie Childres que, muito atenta e cuidadosa, descobriu que numa das orelhas do labrador preto Remi havia um crescimento anormal.

    Ao perceber que um caroço estava crescendo na orelha do cão, Carlie entrou em contato imediatamente com a Lucky relatando o problema. Os voluntários pediram que fossem encaminhadas fotos do caroço. Mas, ao fazer isto, Carlie percebeu que havia mais elevações na orelhinha de Remy.

    Lynanne Mockler, a veterinária do abrigo, analisou as imagens e recomendou que os caroços fossem removidos cirurgicamente. A data do procedimento foi marcada e Carlie ganhou outra preocupação. Como manter um cão agitado como Remi quietinho durante o pós operatório?

    Remi é um cãozinho bastante agitado e gosta muito de companhia, mas o seu irmão, Cooper, é muito mais brincalhão. O medo de Carlie era que Cooper atrapalhasse a recuperação de Remi com suas travessuras.

    Remi, enfim foi para a cirurgia e quando Carlie o recebeu de volta, teve uma incrível surpresa. A veterinária improvisou orelhas novas para Remi! E pelas fotos você vai ver que elas ficaram muito legais. Carlie conta que ficou contente com a preocupação da médica em tentar deixar Remi feliz com seu novo visual.

    O cãozinho realmente pareceu não se importar. As “novas orelhas” foram feitas de papelão, com traçados em círculos. Remi está fazendo muito sucesso e logo estará pronto para adoção no Texas ou na Nova Inglaterra, assim que não precisar mais das suas orelhas de mentirinha.

  • in

    Procura-se Maya! – Ajude a encontrar!

    A estreita convivência entre a golden retriever Maya, de oito anos de idade, e sua tutora, a estudante de Medicina Julianna Vasconcellos, foi interrompida bruscamente no dia 7 de outubro de 2017, Maya e Julianna sofreram um acidente automobilístico.

    As duas, Julianna e Maya, estavam na Rodovia Raphael de Almeida Magalhães, mais conhecida como Arco Metropolitano, na altura do km 60, no Geneciano, bairro de Nova Iguaçu (RJ). Durante a confusão, natural em situações como esta, Maya, que não estava usando coleira, escapou assustada – o que é mais do que natural – e toda a família não conseguiu mais localizá-la. As buscas tiveram início quando Julianna ainda estava internada no hospital.

    As buscas por Maya continuam

    Recuperada, Julianna intensificou as buscas por Maya, que é mais do que uma cadela de estimação: faz parte da família há anos. A estudante organizou campanhas em todas as redes sociais e disponibilizou uma página no Facebook com depoimentos, vídeos e fotos para obter informações.

    Os internautas podem auxiliar a encontrar a cadela, compartilhando e aumentando as chances de recuperação e minimizando o sofrimento de todos. Já são mais de 45 mil compartilhamentos, na tentativa de encontrar Maya.

    O link para acessar a página é: https://www.facebook.com/voltamaya/.

    Apesar de considerar que Maya não tem preço, a família Vasconcellos inclusive está oferecendo uma recompensa para quem encontrar a cadela de grande porte, que é caramelo e tem duas manchas escuras na língua.

    Em um gesto de solidariedade, a página de Maya também divulga informações sobre outros animais perdidos, inclusive de outras regiões do país. É uma verdadeira corrente, que com certeza dará bons frutos. Já foram recuperados alguns cães da raça golden retriever, mas, infelizmente para a família Vasconcellos, Maya ainda não está entre eles.

    Quem compartilhar estará contribuindo inclusive para que outros pets sejam encontrados e devolvidos para as suas famílias.

    Detetive para encontrar Maya

    Foi organizada uma ação entre amigos, uma “vaquinha”, para contratar um detetive particular que ajude nas buscas de Maya. O preço do serviço é de R$ 3.500 e, por enquanto, foram arrecadados pouco menos de R$ 600. As contribuições podem ser feitas por transferência bancária ou por cartão de crédito. Para maior transparência, o link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/detetive-maya divulga as contribuições e é atualizado diariamente.

    O detetive já foi contratado, mas as informações sobre as investigações e a identidade do profissional são mantidas em sigilo, por questões de segurança.

    Contatos da Julianna

    Algumas testemunhas afirmaram que Maya foi levada por transeuntes que presenciaram o acidente. Aqui, fica o nosso apelo: quem encontrou a cadela, por favor, entre em contato com a família e devolva a golden. Os telefones de contato são os seguintes (prefixo 21, Rio de Janeiro):

    • 99801-9883 (Jana);
    • 98736-6168 (Yolanda).

    Apesar do fato triste, é consolador verificar que, apesar de muitos cães serem perdidos e nunca recuperados, Julianna não mede esforços para encontrar Maya e, com a de todos, a cadela certamente voltará para casa. Volta, Maya!

  • in

    Cães e gatos de Porto Alegre ganham um posto de saúde gratuito

    Uma parceria exitosa da prefeitura de Porto Alegre e uma empresa privada garantiu aos cães e gatos de Porto Alegre um posto de saúde somente para eles. Por falta de licenças necessárias, o posto que foi inaugurado há um ano só começou a funcionar efetivamente no início do mês de março/2018. Anteriormente, na mesma área, porém em outro imóvel, também eram realizados atendimentos. Agora com o investimento de R$ 7 milhões, a meta é qualificar o atendimento aos bichinhos.

    O serviço é direcionado a pessoas que são assistidas pelo Bolsa-Família, inscritos no NIS, protetores de animais cadastrados no município, acumuladores de animais acompanhados pelo município e animais resgatados em ações realizadas nas comunidades.

    O espaço é amplo com 1,6 mil metros quadrados, localizado na Estrada Bérico José Bernardes, 3489, no bairro Lomba do Pinheiro. Na primeira semana foram muitos os atendimentos – 59 consultas clínicas e 13 cirurgias. O foco é a esterilização, contudo procedimentos como desobstrução intestinal, amputações, retirada do olho e extração de bicheiras de cães e gatos também são realizados.

    As pessoas interessadas nos serviços da Unidade Victória podem solicitar os atendimentos através do telefone da prefeitura, número 156. No entanto, a Coordenadora do posto de saúde, Viviane Diogo, relata que 1/3 dos tutores contemplados com as consultas não comparecem e não costumam avisar. Viviane salienta que não informar que não poderão ir à consulta pode acarretar a perda do serviço.

    Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h30min e qualquer desistência deve ter um aviso prévio de 24 horas de antecedência. São oito veterinários trabalhando em dois turnos. O posto conta com quatro consultórios, cinco salas de cirurgia, alas para internação, setores de quimioterapia e de exames de imagem, laboratório para análises clínicas e salas para reuniões.

    Com cerca de 40 consultas diárias, pode-se dizer que o posto de saúde Victória está cumprindo com sua missão.

    Gostou? Compartilhe para que mais iniciativas assim surjam no Brasil.

    Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

  • in ,

    Homem homenageia seu cão que lhe salvou a vida

    Gary Gregory jamais vai esquecer o dia que sua Rottweiler Megan salvou sua vida. O fato ocorreu em abril.

    Gary recém havia passado por um procedimento médico e se recuperava em casa com seus três cães. Porém, durante sua convalescença o homem começou a se sentir mal e ligou para o 999. Ele piorou a tal ponto de não conseguiu esperar o socorro e caiu semi-inconsciente no chão da sala.

    Megan mostrando como abriu a porta para salvar a vida do seu tutor. Foto: SWNS

    Megan, juntamente com a labradora preta Heidi e o pug Hugo, tentaram reanimar o dono com lambidas no rosto. Mas nada dava resultado.

    Quando os paramédicos chegaram tentaram abrir a porta da frente, mas ela estava trancada. Do lado de fora era possível ver Megan pulando sobre o trinco e eles, a princípio, não perceberam que a cadela estava tentando ajudar. Um vizinho apareceu e avisou aos paramédicos para destravarem a porta (era possível fazer isto do lado de fora). Foi quando Megan conseguiu com a pata puxar o trinco para baixo e a porta foi aberta.

    Megan foi saudada como um heroína ao deixar os paramédicos entrarem na casa. Foto: SWNS

    A atitude de Megan foi determinante para os socorristas salvarem a vida de Gary. Quando ele desabou no chão, bateu a cabeça e estava sofrendo com uma hemorragia interna. Gary está emocionado com sua cadela. Ele não tem dúvidas que ela salvou sua vida ao ser inteligente o bastante para abrir a porta para os paramédicos entrarem.

    Os paramédicos temiam que o cadela estivesse sendo agressiva na frente da porta, mas era o oposto, ela queria ajudar. Foto: SWNS

    Gary contou ainda que os socorristas, inicialmente, imaginaram que Megan estava brava e não queria deixá-los entrar. Mas era exatamente o contrário. Eles, inclusive, ficaram muito impressionados e jamais irão esquecer a cadela simpática e amorosa que virou uma heroína.

    Olha como a Megan é bonitona. Foto: SWNS

    Gary foi removido para o hospital onde ficou internado por 48 horas até estabilização do quadro. Quando voltou para casa ganhou a companhia de Megan e do companheiro Sean.

    Sean Nicholls com o parceiro Gary Gregory ao lado da heroína Megan. Foto: SWNS

    Como não sentir orgulho de uma garota como Megan? Ela merece todas as manchetes!

  • in

    Cão que sofreu acidente espera por adoção há dois anos

    Há dois anos Charlie sofreu um atropelamento e foi deixado na beira da estrada, agonizando. Uma pessoa o encontrou e levou o cão às pressas para um hospital veterinário. Ele ficou lá por algum tempo enquanto se recuperava dos ferimentos e depois transferido para a prefeitura de Hempstead Animal Shelter.

    Neste local ele ficou por dois meses e depois foi para o Get a Bull Rescue. Neste meio tempo foi descoberto que o cão possui dirofilariose, doença que sem o tratamento adequado pode ser fatal. Além disso, as lesões permanentes decorrentes do atropelamento o incomodavam.

    Os voluntários do abrigo não entendem como um cão tão doce não conquistou um lugar permanente para viver.

    Laura Reilly, co-fundadora do Get a Bull Rescue salienta que Charlie é um cão muito companheiro. Segundo ela, Charlie adora passear de carro e olhar a paisagem pela janela é um dos seus passatempos preferidos. Até de barco Charlie já andou.

    Atualmente, Charlie está em uma casa de acolhimento, dividindo seu espaço com outros animais de estimação.

    Contudo, ele vive em uma ala separada, afastado dos demais. Charlie fica estressado com outros cães e, quando sozinho, ele se sente triste. Charlie está cansado de ser rejeitado, pois conviveu com algumas famílias e, por algum motivo, a experiência não foi boa. A única coisa que ele deseja é estabilidade e amor. Com seis anos de vida, Charlie ainda não conquistou isso.

    Na visão dos voluntários, o lar ideal para Charlie deve ser uma casa (apartamento seria complicado), composta por adultos ou adolescentes e sem nenhum outro animal. Quem o adotar precisará também cuidar do tônus muscular da pata de Charlie, afetada no acidente.

    Charlie é um bom cão e a família que tiver a sorte de adotá-lo ganhará um amigo fiel, divertido e muito companheiro.

  • in

    Homem sofre acidente e cãozinho permanece ao seu lado durante atendimento

    Era para ser um sábado normal como qualquer outro. Jesus Hueche podava uma árvore em sua casa, na Argentina, quando caiu de uma altura de seis metros, direto no chão de concreto. O susto foi grande. Mas para o pequeno Tony foi pior ainda.

    O cachorrinho ficou desesperado ao ver seu pai, inconsciente, no chão. O socorro foi logo acionado e quando os paramédicos chegaram encontraram Tony sobre o peito de Jesus como se estivesse lhe abraçando. Nem durante o atendimento, quando foi colocada uma cinta cervical em Jesus, Tony saiu de perto. Era nítida a preocupação do cachorrinho com seu dono.

    Jesus chegou a acordar e tranquilizar Tony com algumas palmadinhas de conforto. Quando chegou o momento de Jesus entrar na ambulância, Tony ficou mais tenso ainda e tentou acompanhar seu paizinho, o que não foi permitido.

    O homem teve muita sorte, pois as lesões não foram graves. Jesus voltou para casa no mesmo dia para alegria de Tony. As imagens de Tony abraçando seu pai viralizaram em pouco tempo.

    A história terminou com um final feliz e agora Tony está cuidando de Jesus, sem sair um segundo sequer do lado dele.

  • in

    Santuário é exemplo no cuidado a cães com necessidades especiais

    Localiza-se no Peru, o santuário Milagros Perrunos, é dedicado a proteger cães com vários tipos de lesões. Se não fosse a dedicação de Sara Moran, eles estariam vagando pelas ruas à mercê da sua própria sorte.

    Foto: Ralph Quinonez

    Sara é a grande protetora desses animais. Eles foram resgatados das ruas de Lima e agora vivem em uma casa localizada em uma rua tranquila. São 60 cães e oito deles vivem em cadeira de rodas. Outros conseguem se locomover ainda que uma pata esteja faltando.

    Foto: Ralph Quinonez

    O santuário canino é um pouco difícil de encontrar, mas quem bate na campainha logo é saudado por um concerto de latidos. Sara conta que fundou o abrigo há oito anos. Bruno, um cão com paralisia, foi o primeiro a ser adotado e está com ela desde então. Uma curiosidade que a mulher relata é que a maioria dos cães que sofrem graves lesões são os machos, pois eles costumam vagar mais pelas ruas que as fêmeas.

    Foto: Ralph Quinonez

    Lima possui uma grande quantidade de cães de rua, mas não significa que todos não tenham casa. Os tutores não tão responsáveis não se importam que os seus animais vaguem livremente por conta própria. Como a grande maioria não é castrada, a população canina só aumenta, incluindo aqueles que não têm lar. Estes ficam mais propensos a doenças, lesões e abusos.

    Bruno foi o primeiro cão que Sara salvou e trouxe para o abrigo. | Foto: Ralph Quinonez

    O santuário sobrevive de doações, mas o dinheiro não dá conta para outras coisas além de comprar comida para os cães. Sara ressalta que o orçamento sequer dá para consertar o ar-condicionado estragado há tempos.

    Foto: Ralph Quinonez

    Os cães estão por todos os lados na casa de dois pisos e se acomodam direitinho, na escada, no chão, no jardim. O melhor de tudo é que todos parecem se dar muito bem.

    Um grupo de cachorros vai em direção a Sara enquanto oferece petiscos. | Foto: Ralph Quinonez

    Sara diz que a vida de um cachorro é mais simples que a dos seres humanos, pois a única coisa que eles desejam é alimento e um lugar quentinho para dormir. Por isso que os cães do santuário de Sara são felizes.

    Foto: Ralph Quinonez

    O trabalho é árduo, mas Sara se sente satisfeita. Natal, ano novo, aniversário, ela sempre está lá dando amor e protegendo seus filhos. Segundo Sara, os cães são fortes, diferentemente dos humanos que se abatem nas dificuldades. E amam a vida. Veja mais fotos..

  • in

    Cãozinho nasceu com um pequeno problema na boca e luta para conseguir um lar amoroso

    Fig Newton nasceu muito pequenino e com um defeito na boca, conhecido como palato fendido. Por causa disso, seu “criador” não o quis mais e o enviou para um abrigo chamado Fred’s, na Califórnia. Este lugar é conhecido por ter muita experiência com animais de estimação que possuem necessidades especiais.

    Quando ainda era bebê já era bonitão.

    O início foi complicado. Fig estava sempre doentinho e depois que ele cresceu, outros problemas foram aparecendo. Fig não era muito comportado e a ansiedade se mostrou forte. Os voluntários do abrigo passaram trabalho para domesticá-lo, mas nenhum deles tinha a menor intenção de desistir de Fig Newton.

    Já na adolescência.

    Desde então já se passaram mais de dois anos. Atualmente, com três anos de vida, Fig evoluiu muito no seu comportamento. Ele se transformou em um cão amigável, doce e brincalhão. Apesar disso, Fig não conseguiu um lar para morar. Talvez pelo probleminha na boca que impede que ela se feche normalmente, Fig sempre fica para trás e não é escolhido por possíveis adotantes. Os voluntários se sentem tristes por Fig, pois sabem que ele tem todas as condições de ser a alegria de uma casa.

    Olha como ele é charmoso atualmente!

    Fig está em um abrigo sem fins lucrativos e infelizmente a manutenção dele tem se tornado cara. Como Fig já é um cão adulto, os filhotes acabam passando na frente.

    Segundo Rachele Keech, Diretora e Fundadora da Fred’sFriends, a casa ideal para Fig seria onde ele fosse o único cão. Ele também poderia ter como companheiro um cão mais velho e educado para seguir seu modelo de comportamento.

    Fazendo carão. Muito charme para a foto.

    Já casas com gatos ou animais pequenos não é aconselhável, pois Fig pode confundi-los com brinquedos. Rachele tem certeza que com a família certa, Fig será muito feliz.

  • in ,

    Conheça Pedro Henrique, o cãozinho que leva uma vida de rei

    Pedro Henrique não pode reclamar de nada. Aliás, o pequeno pinscher leva uma vida melhor que muita gente. Há quatro anos o pequeno cãozinho vivia nas ruas quando teve a sorte de ser adotado pela médica Patrícia Okamura. Desde então são só regalias.

    Ao ser resgatado o estado de PH era de inspirar cuidados. Os ferimentos que trazia no corpo levaram trinta dias para cicatrizarem. Mas o passado ficou para trás e hoje PH vive muito bem, obrigado. Atualmente ele tem sete anos e leva uma vida de rei.

    Patrícia se esmera para Pedro Henrique ter tudo do bom e do melhor. Ele tem uma babá que o leva para passear três vezes por dia na praça próxima onde mora, em Palmas, Tocantins. Além disso, ele tem uma Identidade Pet porque mensalmente viaja a São Paulo. A tutora se derrete pelo seu filho. “Ele é o amor da minha vida”, diz ela.

    A médica não mede esforços para PH viver confortavelmente. A casa é toda adaptada para o cãozinho, desde o tapete na sala para evitar escorregões até uma caminha com coberta para o descanso da tarde. Sem falar na cadeirinha instalada no carro para dar suas voltinhas. À noite o cãozinho dorme na cama de Patrícia. Rindo, ela revela que se acomoda no espaço que sobra.

    Patrícia explica o motivo de PH ter babá. A médica fica fora mais de seis horas por dia e o cãozinho não faz cocô e xixi dentro de casa de jeito nenhum. Quando está sozinho PH também se recusa a se alimentar. Com a babá o cãozinho sai, passeia e brinca na praça com seus amiguinhos. Patrícia salienta que a babá cuida dele como se fosse um bebê.

    A Identidade Pet, segundo a médica, é uma segurança tanto para ela como para PH, pois caso o pinscher se perca ou seja furtado, o registro torna oficial a posse e guarda do cão.

    Pedro Henrique tem tudo para ser feliz, não é mesmo?

  • in

    Motorista flagrado com cadela presa no reboque do carro se apresenta à polícia

    O caso do carro puxando uma cadela amarrada em reboque, se tornou notícia na última semana em Timbó, Santa Catarina, segue dando o que falar. O aposentado Paulo Leandro foi até a delegacia de polícia da cidade para relatar o que aconteceu.

    Segundo o homem, a cadela foi encontrada transitando pela rua, abandonada. Ele, então, achou que deveria acolhê-la e tentou colocá-la dentro do carro. A cadela, que seria brava, mostrou-se arisca. Esse foi o motivo, conforme Paulo Leandro, para tê-la amarrado no reboque. Foram 50 metros de caminhada. O animal apresentava uma infestação de larvas nas costas e com a ajuda de uma vizinha foi aplicado um medicamento. A cadela agora está na casa do aposentado em tratamento e bem guardada, afirmou ele, à disposição do dono. Ele salienta, ainda, que tem costume de resgatar animais abandonados.

    O homem conta que ficou surpreso com a reação do guarda de trânsito Júlio Nardes, principalmente quando viu uma arma nas suas mãos. Contudo, a versão de Paulo Leandro é diferente da gravação feita por Júlio. Nela o aposentado afirma que a cadela é sua e está levando-a para casa. Não se tem, em nenhum momento, a impressão que o animal é bravo. As investigações prosseguem.

    Assista a entrevista concedida por Paulo Leandro:

    Via: oblumenauense.com.br

  • in

    Presa mulher que matou milhares de animais por mais de dez anos

    Até que enfim a justiça será feita. Foragida desde 2017, depois de ter sido condenada a 17 anos, 6 meses e 26 dias de prisão pela morte cruel de animais de estimação abandonados, Dalva Lina de Souza, 48 anos, foi presa.

    Dalva passou a ser chamada de “matadora de animais” e estava em uma agência do Banco do Brasil quando foi reconhecida pelo gerente no dia 01/02. A polícia militar foi acionada e Dalva conduzida para a 16ª DP, na Vila Clementina, em São Paulo. Depois foi transferida para carceragem feminina da 89ª DP, no Portal do Morumbi. Lá Dalva irá ficar até saber onde cumprirá sua pena. A falsa protetora de animais estava condenada desde 2015.

    O caso de Dalva é considerado um marco na justiça brasileira. Foi a maior sentença aplicada a alguém que cometeu maus tratos contra animais. Aliás, os 17 anos que Dalva irá cumprir é a maior pena que se tem notícia até o momento no que se refere a este assunto.

    Mas chegar até a condenação não foi fácil. Foi necessária uma busca incessante de provas que possibilitaram a aplicação da pena pela morte cruel de 37 cães e gatos. Antes disso, por longos dez anos, Dalva Lina assassinou de forma bárbara milhares de animais que foram entregues por pessoas que acreditavam que a mulher era defensora da causa.

    Em sua casa, na Vila Mariana, em São Paulo, Dalva tinha um quartinho onde tirava a vida dos animais. Neste lugar foram encontradas manchas de sangue nas paredes. A mulher prendia os bichinhos na posição de crucificação e injetava uma droga no peito com a intenção de atingir o coração. Na sua defesa, Dalva alegou que fizera isso porque os animais estavam em estado terminal e sofrendo. O laudo de necropsia dos animais diz exatamente o contrário. Todos gozavam de boa saúde

    Dalva afirmou também que doou todos os animais que recebeu nestes últimos dez anos, mas alega não lembrar para quem. Os corpos eram descartados em sacos pretos e colocados na calçada próxima à passagem do caminhão de lixo. Denúncias fizeram com que uma ONG contratasse um detetive para vigiar Dalva. Quando ele desconfiou do conteúdo dos sacos, acionou a polícia.

    Vale aqui um alerta para todas as pessoas que doam animais. Antes de qualquer coisa é preciso averiguar se de fato os protetores realmente têm condições de cuidar dos bichinhos. Muita gente, na ânsia de descartarem os animais, não se preocupam em obter maiores detalhes sobre quem vai acolhê-los. Dalva pegou cães e gatos da rua para sacrificar, mas recebeu outros tantos na porta da sua casa de pessoas que não queriam mais seus bichos de estimação. A atuante protetora de animais era, na verdade, uma assassina.

    A defesa de Dalva não foi localizada para falar sobre o caso.

Carregar mais
Congratulations. You've reached the end of the internet.