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    “Cão-Urso” da Rússia: Resultado de cruzamento para mudar aparência

    Um cão com aparência de urso foi encontrado em uma das ruas na cidade de Chelyabinsk, no centro-sul da Russa, e deixou muita gente de orelha em pé. Afinal, que bicho era aquele? Alguma mutação? A pelagem é grossa e marrom, muito semelhante ao de um urso.

    Mas o abrigo de cães Nash Dom conseguiu descobrir o que Medvebaka (cão-urso em russo), no final das contas é: um cruzamento de chowchow com um cão de rua de focinho comprido. A ideia era realmente que Medvebaka nascesse parecido com um urso. Há a suspeita de que comerciantes ilegais de cães atuantes na região tenha sido os criadores do animal.

    Isto não é tão incomum. Os comerciantes vendem os bichinhos ainda filhotes, quando é mais fácil de enganar os compradores. Mas, quando crescem, os donos percebem que compraram um cão e os abandonam pelas ruas. Olha a crueldade de quem vende e também de quem compra.

    Foi constatado que Medvebaka tem aproximadamente quatro anos e a dúvida é por quem ele foi abandonado, se pelos criadores ou os compradores que se deram conta do erro.

    Infelizmente, “Med”, como foi chamado, está estressado com toda esta situação. O cão está arisco e agressivo. Polina Kefer, voluntária do abrigo, lamenta o fato e crê que irá precisar de meses até que o cão consiga interagir com outros animais e pessoas.

    Depois de superada esta fase, a intenção é achar uma casa para Med.

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    Proibição de fogos de artifício com barulho podem entrar na pauta do Senado Federal

    Finalmente uma boa notícia para aquelas pessoas que temem pela saúde e segurança dos seus animais de estimação na época de eventos como o Réveillon e outras festas nacionais. O site do Senado Federal abriu uma consulta pública sobre a proibição de vendas de fogos de artifícios barulhentos e rojões estrondosos em todo o território nacional. A consulta visa garantir a paz de crianças, pessoas doentes, idosos e animais. Para a ideia se tornar uma sugestão legislativa e passar a ser debatida pelos senadores, é preciso de pelo menos 20.000 apoios. Até o fechamento desta matéria, já havia cerca de  42.000, o que é uma excelente notícia para os protetores de animais. Além do susto que os fogos de artifício provocam, quando o som alcança 150 db há sério risco de perda da audição.

    Veja como proteger seu cachorro do barulho dos fogos

    Um projeto de lei referente a este assunto já tramita na Câmara dos Deputados. Contudo, há cidades que no último Réveillon optaram por cancelar os fogos de artifício para não causar estresse aos animais. Foi o caso de Alfenas, Minas Gerais. Já a prefeitura de Poços de Caldas teve fogos silenciosos na virada do ano. Em Santos-SP (lei 130/2015) só é permitido fogos que produzem efeitos visuais. Não são apenas os animais domésticos que sofrem com a barulheira. Os silvestres, como os pássaros, também padecem com os ruídos das explosões.

    O debate vem bem a calhar para Jean Carlos Siqueira. No último dia de 2017 sua cadelinha Tina ficou nervosa com os rojões lançados nas proximidades. Atordoada, Tina tentou sair do apartamento e terminou pendurada na sacada do 4º andar do prédio. A cadelinha só não morreu por que quatro pessoas a apararam no térreo com um lençol aberto. Jean, que não estava em casa no momento, contou à TV Anhanguera que Tina estava tensa desde manhã cedo devido aos rojões. Toda a ação de salvamento da cadela foi gravada em vídeo.

    A cadela Tina, prestes a cair do quarto andar de um prédio.

    Todos nós conhecemos pessoas que relatam problemas com seus animais de estimação nestas épocas festivas. Acesse o site do Senado Federal e apoie esta ideia.

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    Gato em presépio faz sucesso nas redes sociais

    Realmente o gatinho não tão bem-humorado da foto não imaginou que fosse provocar tanto alarde. Mas, com certeza, ele pôs um sorriso na boca de muita gente.

    No domingo 10/12 Nova York já estava a mil com os preparativos natalinos. A fotógrafa Brooke Goldman levantou mais cedo para acompanhar o namorado até o metrô. Mas o que ela queria mesmo era estar na sua cama dormindo.

    Na volta a intenção de Brooke era chegar o mais rápido possível em casa. Mas, antes disso acontecer, os olhos da fotógrafa se depararam com uma cena bem incomum e inusitada. Em um presépio, um gato gordo e com cara de poucos amigos, havia se instalado justo na manjedoura, sendo observado, placidamente, pelas imagens de Maria e José.

    Brooke achou a cena tão hilária que teve um ataque de riso. Sem pensar duas vezes, pegou a câmera fotográfica e capturou a foto que continua fazendo sucesso nas mídias sociais. O bichano parece bem confortável na manjedoura, não é mesmo? Não há mau humor que resista a tanta fofura!

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    Seu cachorro pode doar sangue para salvar a vida de outros cães

    Glitch, no início da sua vida, tinha uma saúde frágil e as visitas ao veterinário eram bem frequentes. Mas não pense que ele tinha horror a isso. Pelo contrário. Todas as idas ao médico para fazer o check-up não era um problema, ele gostava.

    O tempo passou e Glitch se tornou um cachorrinho forte com bastante saúde. Este fator foi preponderante para que ele se tornasse um doador de sangue canino através da instituição de caridade do Reino Unido, a Pet Blood Bank.

    Apesar de não ser de conhecimento de todos, cada vez mais cãezinhos como Glitch estão se tornando doadores de sangue e salvando a vida dos seus companheiros.

    No Reino Unido existem poucos bancos de sangue caninos, o que dificulta, principalmente, os tratamentos de urgência. Na maioria das vezes o dono desconhece o tipo sanguíneo do seu cão e se ocorre algum acidente, o animal pode correr risco de morte. Geralmente, o veterinário escolhe o sangue ao acaso para realizar as transfusões.

    Os especialistas esclarecem que existem cinco grandes grupos sanguíneos caninos. O doador universal é um dos grupos. A raça galgo inglês tende a ter este tipo de sangue e pode doar para todos os cães, sem quase nenhum risco.

    Cães com tipo de sangue positivo são receptores universais e, os negativos, doadores universais. Os bancos de sangue requisitam com muita frequência os tipos de sangue negativo, muito comuns nas raças doberman, boxer, pastor alemão e galgo.

    Os cães, tal qual os seres humanos, precisam cumprir alguns requisitos para serem doadores. O primeiro deles é não ter medo de ir ao veterinário, pois sabemos que alguns têm verdadeiro pavor. O cãozinho Glitch satisfez todas as condições: saudável, temperamento dócil, idade entre um a oito anos, vacinado, sem parasitas e acima de 28 quilos. O sangue também é analisado e o cão não pode estar tomando nenhum medicamento. Os cães podem doar sangue a cada três semanas.

    O procedimento leva de 20 a 30 minutos, mas a doação em si é somente dez minutos. Glitch fica surpreendentemente calmo. Ele é levado para a sala de doações onde seu pulso é verificado. O sangue é retirado da veia jugular do pescoço e os efeitos colaterais são praticamente inexistentes, restando apenas um leve inchaço no local.

    Depois de doar sangue, Glitch e os outros cães recebem mimos como brindes, comida e brinquedos.

    Se quem fica nervoso é você, pode se tranquilizar. O cão não é anestesiado e sai do local podendo voltar as suas atividades normalmente. Glitch é um exemplo. Além de adorar ser o centro das atenções, sua vida transcorre sem problemas após doar sangue.

    Quem tem interesse em tornar seu cão um potencial doador, deve entrar em contato com o veterinário. Ele indicará os lugares onde é coletado o sangue canino.

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    Casal é condenado a pagar R$ 8,3 mil por morte de cão de estimação dos vizinhos

    Em 2008 um cão foi morto por dois cachorros que invadiram o terreno da chácara onde vivia. Inconformados, os donos do animal entraram com uma ação no 2º Juizado Especial Cível de Sobradinho, Distrito Federal, contra os vizinhos responsáveis pelos cães agressores.

    Na ação o autor ajuizou que dos cinco cães dos réus, dois de porte médio para grande entraram no terreno. Já os réus se defenderam alegando que teriam somente dois cães e que eles seriam dóceis. Porém, os desembargadores da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF foram unânimes em manter a sentença. O casal réu agora terá que pagar R$ 8,3 mil aos donos do cachorro morto.

    Fotos, testemunhos, laudos dos veterinários e conversas no WhatsApp comprovaram que a morte do cão foi provocada pelas agressões dos animais dos vizinhos. Do valor total a ser indenizado, R$ 5 mil são por danos morais pelo sofrimento e por falta de assistência, bem como pela morte do animal de estimação.

    Carolina Mourão, protetora e defensora dos direitos dos animais, lembra que a legislação brasileira não apresenta uma lei específica para maus tratos contra animais. Porém, a decisão foi comemorada já que cria uma jurisprudência para eventuais decisões que venham a surgir pelas mesmas questões.

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    Cão se apavora com fogos de artifício e se atira pela janela

    O fato ocorreu no dia 16/11/2017, em Umuarama, noroeste do Paraná. Monet, um cão da raça Border Collie, de três anos, se assustou ao escutar uma série de fogos de artifícios lançados pela vizinhança.

    Atordoado, Monet escalou a pia da cozinha, abriu sozinho a janela e se atirou de três metros de altura. A queda foi séria e Monet está internado com a coluna fraturada. Os veterinários temem que o cãozinho nunca mais consiga mexer as patas traseiras.

    Mariana Anizelli, 31 anos, é a tutora de Monet. Ela conta que mora em Umuarama há 1 ano e desde sua chegada tem estranhado o uso de fogos de artifício. Segundo ela, são comerciantes e estudantes os principais responsáveis pelo lançamento diário de rojões de forma indiscriminada. A intenção de Mariana e do marido era levar Monet para Londrina, cidade de origem do casal, onde um adestrador ensinaria o cãozinho a ter menos medo dos fogos. Dias antes Monet já tinha repetido o ato de se atirar pela janela depois de ter escutado os fogos. Daquela vez, porém, os vidros estavam fechados.

    Como era de se esperar, o caso ganhou as redes sociais e gerou muito assunto. Um lado se posicionou a favor de quem solta os fogos, já que este é um hábito tradicional do país e que é responsabilidade dos donos protegerem e afastarem os cães do barulho. Porém, muitas pessoas apoiaram Mariana, uma vez que soltar fogos de artifício na cidade perturba não somente animais, mas também pessoas idosas, doentes nos hospitais e bebês.

    Em alguns municípios os legisladores, preocupados com o bem-estar e sossego dos seus habitantes, criaram leis que delimitam o uso dos fogos. A polícia informa que para haver algum tipo de penalidade é preciso identificar o autor. A criminalização é possível desde que haja uma representação do ofendido contra o acusado.

    Contudo, na maioria dos lugares não existe legislação específica e o que se espera é, no mínimo, educação e bom senso de quem gosta de lançar rojões.

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    20 Alimentos prejudiciais para os cães

    Cachorros não devem comer as mesmas coisas que os humanos. Porém, embora a maioria das pessoas saiba disso, nem todos seguem esta regra. Sim, é bem difícil resistir ao olhar pidão do seu melhor amigo enquanto você se delicia com uma guloseima. Mas o fato é que o funcionamento digestivo dos cães é diferente do nosso. Certos alimentos que são saudáveis para nós podem ser extremamente prejudiciais para eles. Conheça a lista de 20 alimentos que não devem ser ingeridos por nossos amigos de quatro patas.

    20 – CHOCOLATE

    Os humanos amam chocolate e os cachorros também. Contudo, jamais ofereça esta delícia a eles. O chocolate possui um componente chamado teobromina. Para os humanos não causa problema algum, mas para os cães pode ser mortal. A teobromina é metabolizada muito devagar, o que pode intoxicar o organismo canino. Quanto mais escuro o chocolate, piores serão os efeitos que se caracterizam por desidratação, dores abdominais, agitação severa, tremor muscular, convulsões e morte.

    19 – ABACATE

    O abacate é uma fruta muito saudável para humanos, muito recomendada pelos médicos. Mas para cães o consumo é vetado. Há uma toxina presente no abacate chamada persin que é prejudicial a cães. A ingestão pode deixar o estômago deles irritado, provocar distúrbios respiratórios e acumular líquidos no peito. Há ainda o risco de o cão se engasgar com o caroço, que se caracteriza por ser muito escorregadio.

    18 – BEBIDA ALCÓOLICA

    Faz mal tanto para os humanos como para os caninos. Neles, contudo, os sintomas sentidos são bem mais fortes e severos. Em bem menos tempo o cão se intoxica, mesmo que a quantidade ingerida seja mínima. Diarreia, depressão, coordenação prejudicada e dificuldade em respirar são os sinais percebidos.

    17 – CEBOLA

    Qualquer que seja o tipo de cebola, crua ou cozida, elas são um perigo para os cães. Ainda que o cão consuma um pedacinho, o risco de intoxicação é grande.

    16 – LEITE

    Parece estranho, não? Leite é o alimento de cachorrinhos recém-nascidos, mas depois que eles crescem, a bebida pode vir a causar alguns problemas. Muitos cães sofrem da falta de uma enzima que quebra a lactose e por causa disto os veterinários recomendam a não ingestão do leite quando adultos. Embora não seja fatal, o leite pode causar vários desconfortos ao seu pet.

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    Polícia prende idoso que matou cachorro a pauladas no meio da rua

    Certamente os habitantes da pequena Palminópolis, localizada a cerca de 121 quilômetros de Goiânia, não vão esquecer tão cedo as cenas de terror que presenciaram.

    Pedro José de Oliveira, 64 anos, desferiu várias pancadas em um cão usando um pedaço de madeira. Motivo: o animal o teria irritado quando latia toda vez que motocicletas passavam pela rua.

    A ação foi filmada por uma moradora do Jardim das Oliveiras. A fúria de Pedro José era tão grande que a cada paulada ele xingava o cão com palavras do tipo “você vai ainda correr atrás dos outros na rua? Vai?”. Consta que o homem continuou batendo inclusive quando o animal já estava morto.

    Não satisfeito, Pedro pegou o cão por uma das patas e o levou até uma área verde cercada e o atirou ali. Até o cavalo que estava atrás do cercado foi ameaçado de morte por porrete ou veneno.

    Mas a polícia militar agiu rápido e prendeu Pedro no início da tarde do dia 24/11/17. O homem foi encontrado em uma fazenda onde trabalhava como prestador de serviços. A polícia puxou a ficha corrida e descobriu que Pedro tem diversas ocorrências por estupro de vulnerável. Depois ele foi levado para a Delegacia de Palmeiras de Goiás onde, segundo o titular da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente (DEMA), Luziano de Carvalho, Pedro pode responder por crime de maus tratos aos animais. Se for condenado pode ficar um ano preso e ainda ter que pagar multa de R$ 3 mil.

    Apesar da brutalidade das agressões, Pedro também poderá ficar em liberdade caso o Ministério Público oferecer uma transição penal. Ao invés de ficar preso, o homem poderá pagar uma multa ou prestar serviços comunitários.

    Abaixo o vídeo filmado por uma moradora de Palminópolis. As imagens são fortes:

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    Polícia salva cão trancado no carro no ES

    Mais uma vez nos deparamos com um caso de maus tratos contra animais. Desta vez, contudo, o final foi feliz. A polícia militar de Cariacica, durante um patrulhamento de rotina no dia 21 de novembro, foi abordada por populares para avisar que um cão estava preso dentro de um veículo.

    Imediatamente os policiais se dirigiram ao local onde foi constatado o fato. O animal já estava em sofrimento por causa do pouco ar que restava no interior do carro.  Os agentes não conseguiram localizar a dona para libertar o cão e se viram obrigados a abrir o veículo eles mesmos para resgatá-lo. Somente 15 minutos depois a mulher apareceu, sendo encaminhada à Delegacia Regional de Cariacica para dar explicações.

    Saiba o que é Overheating

    Overheating, ou superaquecimento em português, é o que ocorre quando um cão (ou uma pessoa) é exposto ao calor excessivo. Depois de algum tempo uma série de sintomas começa a acontecer e, em alguns casos, podem levar ao óbito. A temperatura aumenta em torno de 80% na primeira hora e a partir disso as condições de saúde do envolvido começam a piorar. Os sinais mais comuns são respiração mais rápida, hipersalivação, saliva espessa, falta de coordenação motora, tremor muscular, vômito, diarreia, desmaio, convulsões e, por fim, a morte. Cães são muito sensíveis a alterações de temperatura e todo cuidado é pouco. O interior do veículo pode alcançar facilmente os 70 graus.

    Além dos sintomas acima, o animal pode ficar ansioso por estar preso e sozinho, e começar a destruir os estofados do carro. Este material contém substâncias que podem intoxicá-lo e levar o animal a ter outros tipos de problemas.

    No Brasil não existe lei que proíba alguém de deixar um cão preso dentro do veículo. Geralmente acontece uma denúncia contra o dono do animal que poderá responder por maus tratos.

    E ai, qual sua opinião sobre a atitude dos policiais?

    Fonte: folhavitoria.com.br

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    Lola experimenta a sensação de dormir em uma cama quente depois de vários anos

    Oito anos vivendo presa em uma garagem escura e suja e ainda por cima dormindo no piso frio não fez da pit bull Lola uma cadela hostil e agressiva.

    Lola foi salva por uma mulher que acionou a AMA Animal Rescue, uma organização protetora de animais que opera na região de Nova York. Os voluntários se dirigiram até o local e constataram a situação caótica da cadela. Para levá-la de lá tiveram que convencer o dono de Lola a liberá-la.

    A cadela se mostrou satisfeita ao ver os voluntários e chamou a atenção deles o quanto ela balançava a cauda de faceira. Lola chegou a lamber seus novos amigos, talvez percebendo que a triste vida que levava finalmente chegara ao fim.

    Os socorristas levaram Lola ao hospital veterinário Animal Kind. Lola era portadora de vários tumores que foram removidos por cirurgia. Após sua recuperação, a cadela ficou em uma casa de acolhimento até Charlène Von Saher conhecê-la e adotá-la. Lola ganhou uma nova família em Manhattan.

    A cadela está há algumas semanas com sua nova mamãe e levou algum tempo para relaxar e aproveitar o bom da vida. Lola dormiu por muito tempo no chão frio. Quando ela descobriu que existia algo chamado “cama”, tudo mudou na sua vida. Além de relaxar em cima do travesseiro de Charlène, Lola gosta de repousar comodamente sobre o sofá. Aliás, rendeu boas gargalhadas à Charlène quando um dia ela chegou em casa e se deparou com sua filha dormindo sobre duas camas de cachorro. Foi a própria Lola quem empilhou sem ajuda de ninguém.

    Os anos passados literalmente na escuridão fizeram com que Lola amasse o sol. Viver ao ar livre é um dos seus passatempos preferidos. Charlène está bem feliz com a evolução de Lola. Aliás, foi de Charlène que veio uma observação muito interessante.

    Quando você adota um animal abandonado, está salvando dois deles, pois abre espaço para outro cão ser resgatado.

    Pense nisso.

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    18 Curiosidades sobre cães de busca e salvamento que você jamais imaginou.

    Você já deve ter visto na televisão, especialmente quando ocorre uma tragédia, equipes utilizando cães para auxiliarem na busca de pessoas desaparecidas. São milhares de vidas que são salvas todos os anos graças a estes verdadeiros heróis. Confira algumas curiosidades que envolvem estes animais e você verá porque eles são tão imprescindíveis.

    18 – Você sabia que os cães encontram as pessoas através do cheiro exalado por elas? Ainda não se sabe exatamente como isto acontece, mas acredita-se que os cães podem saber onde estão as pessoas pelo odor da transpiração, gases respiratórios ou de decomposição.

    17 – Os cães são recrutados de abrigos ou criadores. São selecionados ainda filhotes (entre 8 a 10 semanas) e submetidos a provas que irão testar todas as suas habilidades.

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    Garoto mostra que não existe idade para salvar cães abandonados

    Christi e Moncho Camblor são casados e fundadores do grupo Compaixão sem Fronteiras. A missão de ambos é resgatar cães no México. Nem quando Christi engravidou eles pensaram em interromper o trabalho.

    Diego, o filho do casal, herdou o amor por animais e sua primeira missão no México aconteceu quando ele tinha somente seis meses de vida. A partir daí envolver-se com animais resgatados passou a ser muito natural para o garoto. Crescer no meio de cães e os ajudando de várias maneiras nunca foi problema para ele.

    Mas foi Quazi, um chihuahua adotado no México, o responsável pelo despertar do amor de Diego por animais de resgate. Quazi sofrera maus tratos e Diego, embora pequeno, foi capaz de perceber isso. Os pais sempre ficaram de olho nas atividades do filho, protegendo-o de eventuais perigos. Afinal, um cão machucado ou nervoso pode se tornar perigoso.

    Aos quatro anos, no entanto, os Camblor perceberam que o filho já tinha condições de saber quais cães eram mansos e de quais deveria manter distância. Assim, aos poucos, Diego foi ficando cada vez mais apto em ajudar os pais. Christi conta que o filho sabe exatamente os cães que são amigos e adotáveis.

    Atualmente, Diego tem oito anos e frequenta uma escola na Califórnia. Mas quando chegam as férias, ele e a família partem para o México resgatar animais. As férias de Diego são bem diferentes das outras crianças da sua idade.

    Além de ajudar no resgate, Diego fica ao lado da mãe, veterinária, quando ela precisa tratar animais doentes e feridos. O garoto segura os animais na hora das vacinas e troca de curativos. O mais interessante é que os cães sentem que em Diego eles podem confiar. Diego quer ser veterinário tal qual sua mãe e continuar trabalhando ao lado dos pais. Christi e Moncho não se aguentam de tanto orgulho que sentem do seu filhote. E não é para menos. Diego realmente parece ter nascido para isto.

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