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    Filhotes de cães são resgatados de dentro de bueiro em Porto Alegre

    A noite de quarta-feira, dia 16/08/2017, foi de tensão e angústia para os moradores da Vila dos Comerciários, em Porto Alegre. Mensagens constantes através do WhatsApp no grupo da associação dos moradores não paravam de chegar.

    O motivo de tantas mensagens?

    O filhote de um cãozinho havia caído dentro de um bueiro juntamente com o irmão.

    Quem deu o alerta foi Analice Moreira. Ela disparou a primeira mensagem avisando os vizinhos e anexou a foto de um dos filhotes já resgatado e bem assustado. Mas ainda faltava seu irmãozinho.

    Os vizinhos se mobilizaram pelo aplicativo. A sugestão de ligar para os bombeiros foi aceita, porém a corporação respondeu que como o cão não era de ninguém não podia fazer o resgate. A prefeitura também foi acionada, mas não houve garantias de que enviaria ajuda.

    Um segurança que fazia a ronda pelo local foi chamado, porém, assustado, o filhote mordeu o homem no dedo. A situação ficava cada vez mais preocupante. Já passavam das 23 horas e o cãozinho continuava dentro do buraco.

    Analice mandou uma mensagem para Paulo Rizzo, morador da rua detrás. Paulo, que assistia ao jogo do Grêmio, prometeu ajudar assim que a partida finalizasse.

    Neste meio tempo Camila Kosachenko soube o que estava acontecendo e se deslocou ao local junto com a mãe. Já eram 23h15min. Aquela altura Paulo e Analice tentavam distrair o cãozinho com uma porção de ração. Dentro do bueiro o pequeno não facilitava, era possível ouvir seus grunhidos furiosos. O outro filhote, desesperado, rondava o buraco onde o irmão tinha caído.

    Nada parecia dar certo.

    Paulo Rizzo, que provavelmente já havia abandonado o jogo do Grêmio para salvar o cachorrinho, lançou mão da última tentativa: entrar no bueiro. Com metade do corpo dentro do vão, Paulo pegou o filhotinho e gritou para os vizinhos que o puxassem pelas pernas.

    Lágrimas e palmas foram o desfecho feliz da história. Camila se responsabilizou pelos dois meninos e os levou para casa. Atualmente, Max Bernardino e Tufão Abelardo estão em uma clínica veterinária para exames e tratamento de anemia. Assim que estiverem recuperados dos dias de abandono e da aventura no bueiro, Camila os levará para casa onde a cadela Carmem Lúcia, uma vira-lata resgatada, os aguarda ansiosamente. O desejo de Camila é que todos formem uma família muito feliz.

    História linda que merece ser COMPARTILHADA!

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    Bombeiros salvam cachorro de incêndio e são presenteados com um doce sorriso

    O fato ocorreu no condado de Snohomish, Washington, EUA. Um incêndio estava consumindo uma casa e os bombeiros foram acionados. Entretanto, quando eles chegaram, os moradores relataram que o cão da família não havia conseguido sair da casa que estava em chamas.

    O lugar estava cheio de fumaça, mas isto não impediu que os bombeiros entrassem no local. Sampson foi encontrado, porém seu estado era crítico. Imediatamente ele foi levado para fora onde os socorristas começaram o processo de reanimação no jardim.

    O desespero tomou conta dos familiares quando o cachorrinho não respondeu às tentativas de reanimação. Mesmo assim os bombeiros não desistiram de salvá-lo. Foi realizada uma massagem cardiorespiratória e o uso de máscara de oxigênio canina. Aos poucos Sampson foi voltando à vida.

    Como o caso ainda inspirava cuidados, o cão foi levado com urgência a uma clínica veterinária onde foi examinado.

    Apesar de tudo, Sampson estava bem e foi liberado no mesmo dia.

    Mais tarde, os bombeiros retornaram à casa para procurar alguns focos de calor que podiam se reativar. Para surpresa deles, Sampson estava lá para recepcioná-los. Os bombeiros fizeram questão de posar para uma foto todos juntos e pela carinha de satisfação, dá para perceber que o cão é todo gratidão e alegria.

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    Bombeiro arrisca sua vida para salvar cão de afogamento

    O bombeiro de Miami Beach, Emílio Sanchez, teve seu dia de herói. Ele saltou na Baía de Biscayne, para salvar um cão idoso que havia caído nas suas águas.

    Tudo começou com uma ligação para o corpo de bombeiros de Miami, EUA. Frequentadores da praia avistaram Junior, de 12 anos, se afogando no mar. O esforço para se manter na superfície estava exaurindo as forças do cão. Ele já estava a 25 metros da costa quando Sanchez e os colegas chegaram. Não havia uma estratégia a ser planejada, pois a situação de Junior era bem complicada. Sanchez imediatamente se jogou na água e nadou em direção ao cão.

    Sanchez conseguiu alcançá-lo e o colocou sobre seus ombros. Após retornar nadando com apenas um braço, uma placa foi colocada na água para servir de rampa para Junior subir em um barco. Porém, o cão estava em pânico e muito cansado, e acabou tendo que ser empurrado por Sanchez e puxado por outros bombeiros. Foi difícil, mas Junior finalmente conseguiu sair da água.

    Os bombeiros o examinaram e concluíram que Junior estava muito bem, apesar de tudo. Depois de descansar no corpo de bombeiros, Junior se encontrou com o tutor. José Ruiz ficou aliviado ao ver seu cão salvo e o levou para casa, depois de agradecer muito a Sanchez e aos colegas. Para um cão que não gosta de água, Junior passou por uma provação e tanto.

    Vídeo do reencontro com seu dono:

    Os vídeos postados nas mídias sociais renderam milhares de visualizações. As pessoas não cansam de curtir e elogiar o trabalho heroico dos bombeiros.

    Vídeo de resgate de Junior postado em 27/07/2017:

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    Cães inseparáveis lutam para serem adotados por mesma família

    A história de Bonnie e Clyde enternece o coração de qualquer um. Ambos eram cães abandonados e foram encontrados vagando pelas ruas do Arizona, EUA. Para sorte dos dois, o grupo de resgate Maricopa County Animal Care and Control (MCACC), os levou para o abrigo. Logo os voluntários se deram conta que os dois animais eram muito unidos e então foi providenciado um canil somente para eles.

    Todos nós sabemos que é normal cães se aconchegarem uns aos outros. Mas entre Bonnie e Clyde o vínculo é muito mais forte. No início, os voluntários pensaram que fosse só coincidência. Mas não. Os dois estão sempre juntos, até mesmo quando dormem.

    Eles são tão inseparáveis e se apoiam tanto um ao outro que o desejo do MCACC é que uma mesma família os adote para evitar a separação. Os voluntários acreditam que afastados os dois cãezinhos não serão mais felizes.

    Vamos torcer para que uma família amorosa adote Bonnie e Clyde e eles consigam uma casa para sempre.

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    Cadela idosa e doente consegue um novo e amoroso lar

    A vida da chihuahua Jelly mudou depois que suas fotos foram postadas no Facebook. Elaine Seamans é gerente da Fundação Atchoo que possui um belo objetivo: ajudar a arcar com custos médicos de cães que vivem em abrigos. Quando a mulher viu a foto da idosa Jelly, de 14 anos, seu coração bateu mais forte.

    Jelly, uma senhora bem velhinha, foi parar no Baldwin Park Shelter através do seu antigo dono. Não se sabe por que a família não a quis mais. O certo é que para Jelly não foi nada fácil. Além da questão da idade, a cadelinha é surda, cega e possui outros problemas de saúde. Talvez o tutor não quisesse ou não tivesse condições de arcar com tantas despesas no tratamento de Jelly e decidiu descartá-la.

    Elaine, sabendo da vida difícil da cadela, não tinha esperança que ela fosse amistosa. Por isso surpreendeu-se quando foi recebida carinhosamente e de um modo tão doce por Jelly, no abrigo. Elaine conta que ficou surpresa ao segurá-la no colo. Logo a cadela encostou a cabecinha no peito da mulher e ali ficou, aconchegada e confiante.

    Apesar disso, Elaine não podia ficar com ela. Mas decidiu que ajudaria o abrigo a encontrar a família perfeita para Jelly. As postagens das fotos da cachorrinha nas mídias sociais chamaram a atenção de Carlynne McDonell, fundadora e Gerente da Casa dos Animais, da Barkee LaRoux’s. Carlynne ficou tão tocada pelas fotos de Jelly que decidiu levá-la para a Fundação. Porém, os altos custos dos tratamentos a assustaram. A Fundação Atchoo ofereceu bancar os custos veterinários de Jelly se a Fundação de Carlynne a acolhesse.

    A intenção desde o início era encaminhar Jelly para adoção, mas Carlynne ao vê-la também sentiu seu coração derreter. Não precisou muito para decidir que Jelly seria sua.

    A cadela foi levada para a casa de Carlynne e, conforme ela, não demorou quase nada para se adaptar ao novo lar. Pelas fotos é possível ver que Jelly está se sentindo muito à vontade com sua nova família!

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    Diabetes em cães: causas, sintomas e tratamento

    O diabetes em cães, uma doença metabólica responsável por sérios transtornos à saúde dos animais de estimação, vem ocupando cada vez mais espaço nas clínicas e hospitais veterinários. A maioria dos animais afetados é composta por adultos a partir dos quatro anos de idade.

    O número de cadelas diabéticas é o dobro dos machos afetados. Suspeita-se que os cães de pequeno porte sejam mais suscetíveis ao diabetes.

    No Brasil, grande número de pinschers sofre com o diabetes, também comum em dachshunds, schnauzers miniatura, lulus da Pomerânia, beagles e poodles toy. Entre os cães grandes, a doença acomete principalmente os retrievers do Labrador, golden retrievers e samoiedas. Seja como for, a doença é típica da espécie; portanto, qualquer cão pode desenvolver diabetes.

    Complicações do diabetes canina

    Além de prejudicar seriamente a qualidade de vida, o diabetes em cães, assim como nos humanos, é fator de problemas ópticos (como catarata e glaucoma), doenças renais, desordens do sistema nervoso central e periférico, aumento da suscetibilidade a infecções e, em casos graves, cetoacidose diabética, determinada pelo aumento de cetonas (corpos cetônicos) no sangue e na urina.

    A cetoacidose é uma situação de emergência. Quando há falta de insulina (o hormônio responsável por equilibrar o açúcar na corrente sanguínea e transportá-lo para as células), o nível energético cai e o organismo passa a utilizar a gordura estocada para produzir energia e evitar um colapso celular.

    Um dos subprodutos desta estratégia, no entanto, são as cetonas, que, em níveis elevados, causam intoxicações nos rins e no fígado: eles podem literalmente envenenar os diabéticos. Os animais podem entrar em coma e morrer em poucas horas caso não haja socorro de saúde.

    O diabetes não dependente de insulina é uma condição bastante rara entre os cães. Os tipos diagnosticados mais comuns em nossos amigos de quatro patas são:

    • diabetes mellitus – é caracterizado pelo excesso do teor de glicose no sangue. A doença é causada pela redução da produção, pelo pâncreas, do hormônio insulina. Este tipo pode ser congênito e, neste caso, os sintomas do diabetes já surgem nos filhotes. A maioria dos casos, no entanto, é causada pela resistência orgânica à insulina, quase sempre provocada por doenças do pâncreas, pelo sedentarismo e por maus hábitos alimentares;

    • diabetes insipidus – está relacionado a uma deficiência da vasopressina (hormônio antidiurético normalmente secretado em casos de desidratação e queda da pressão arterial). Com a redução da produção, os cães passam a ter mais sede e a urinar mais, desenvolvendo, no médio prazo, sintomas semelhantes ao do diabetes mellitus. A doença é causada por deficiências da hipófise (glândula na base do cérebro responsável pela produção de vasopressina) ou por problemas renais.

    Os sintomas do diabetes em cachorros

    Os sinais mais comuns do diabetes em cachorros são a sede excessiva (polidipsia), aumento do volume de urina (poliúria) e, em alguns casos, incontinência urinária. Nos casos de diabetes mellitus em cães moradores de quintais, é comum que se juntem formigas nos locais em que o animal está acostumado a urinar (diversas espécies destes insetos são atraídas pelo alto teor de açúcar).

    Apesar do aumento do apetite, identificado na maioria dos casos – inclusive com o desenvolvimento da polifagia (avidez desmedida por alimentos sólidos), os animais apresentam perda visível de peso e podem ter problemas de visão (especialmente a catarata); Cansaço e irritabilidade são frequentemente identificados entre os cães diabéticos.

    Alguns sintomas não se manifestam em todos os casos, mas podem servir como alerta aos proprietários. Alguns cães apresentam problemas cutâneos (como a piodermite, dermatite bacteriana caracterizada pela presença de pus nas ulcerações, e a alopecia localizada [perda de pelos]) e aumento do volume do fígado, perceptível através da palpação.

    Com o avanço da doença, podem ocorrer sobrepeso e obesidade, aumento das infecções urinárias, fraqueza extrema, perda de interesse por brinquedos e passeios, quadros frequentes de desidratação e halitose diabética, indicativo do desenvolvimento de cetoacidose diabética.

    O diagnóstico do diabetes nos cães

    Assim que os primeiros sintomas se instalarem, o proprietário deve submeter o cachorro a uma avaliação veterinária. Uma vez que tenha sido realizada a avaliação clínica e a suspeita de diabetes tenha sido mantida, o médico solicitará exames de sangue (que devem ser realizados em jejum) para dosar o teor de glicose no sangue. Em caso de diabetes, a glicemia (teor de açúcar no sangue) ultrapassa 1,5 g/l, podendo atingir até 4 g/l.

    A ausência da glicose no sangue, no entanto, não é suficiente para descartar a possibilidade de diabetes. Exames complementares, com a análise de outros parâmetros sanguíneos, podem identificar complicações hepáticas ou renais comuns à doença.

    O tratamento para diabetes nos cachorros

    Uma vez confirmado o diagnóstico, os cães devem iniciar a terapia para suprir a deficiência de produção de insulina pelo pâncreas. O diabetes ainda não tem cura, mas os animais, com o tratamento adequado, podem ter a longevidade prolongada e melhorar bastante a qualidade de vida.

    Na maioria dos casos de diabetes em cães, o equilíbrio dos níveis do hormônio pancreáticos destinados a reduzir o teor de glicose é obtido através de insulina sintética obtida através de hormônios naturais produzidos por porcos. O medicamento é bastante eficiente, mas a dosagem precisa ser exata, para evitar quedas bruscas da glicemia.

    Em geral, o objetivo do tratamento é manter a glicemia abaixo de 2 g/l (percentual ainda considerado, em exames laboratoriais, como hiperglicêmico). Para manter este quadro, recomenda-se administrar, a cada dois ou três dias (de acordo com a orientação do veterinário), uma dose padrão de insulina endovenosa.

    No início do tratamento, de acordo com as condições dos cães, a internação é indicada, para a ministração das primeiras doses de insulina e controle de enfermidades relacionadas. Este período é importante também para que os proprietários possam aprender a calcular as doses de medicamento e a aplicar as injeções.

    Entre os cães, não é indicado que os donos façam o controle doméstico do nível de insulina (como ocorre entre os pacientes humanos), uma vez que erros de interpretação, muito comuns na avaliação dos pets, podem levar a doses excessivas, que podem determinar convulsões, coma e até mesmo a morte dos animais diabéticos.

    Acidentes causados por overdose são caracterizados por quadros repentinos de hipoglicemia, cujos sinais principais são fadiga, irritabilidade, dificuldade de engolir e transtornos de locomoção. Uma coleta mensal de sangue, em laboratório, é suficiente para determinar as doses de medicamento necessárias.

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    Frontline: a solução contra pulgas e carrapatos

    A linha Frontline, fabricada pela Merial, é composta pelo Plus, Topspot e Spray. Todos são indicados para cães e gatos. Os produtos não são tóxicos, agem por contato, resistem aos banhos e apresentam efeito imediato e duradouro, que se prolonga por até seis semanas. Os princípios ativos do Frontline são o fipronil e o S-metopreno, um inibidor de crescimento.

    O uso do Frontline como adulticida extermina pulgas, carrapatos e piolhos, agindo no sistema nervoso central dos parasitas, exterminando-os em apenas 24 horas, sem necessidade de que o cão ou gato seja picado. Já o inibidor de crescimento impede a eclosão dos ovos e o desenvolvimento das larvas.

    Especialistas recomendam a reaplicação do inseticida a cada seis semanas (no caso de infestações apenas por pulgas, os cães ficam protegidos por até três meses). O Frontline apresenta fórmulas específicas para gatos e cães de até 10 kg, entre 10 kg e 20 kg e entre 20 kg e 40 kg. As unidades do Plus e do Topspot são comercializadas em dose única e as do Spray em frascos de 250 e 500 ml.

    Os produtos Frontline

    O Frontline Plus é indicado para o controle de pulgas, carrapatos e piolhos adultos e também combate as larvas e ovos das pulgas (principal parasita urbano dos pets); é indicado também para o combate a reinfestações, reduzindo inclusive a presença dos insetos no ambiente.

    O Frontline Topspot pode ser utilizado em cães adultos, fêmeas grávidas e na fase de lactação e em filhotes a partir da oitava semana de vida. A fórmula é indicada para exterminar parasitas adultos. Também é indicado para prevenir infestações.

    Já o Frontline Spray apresenta ação instantânea e pode ser utilizado em filhotes a partir do segundo dia de vida e em fêmeas grávidas e lactantes. Os parasitas são eliminados imediatamente e o efeito residual do produto garante a eliminação de pulgas e carrapatos que se instalarem nas semanas seguintes.

    Veja também:

    As doenças combatidas com Frontline

    As picadas de pulgas, carrapatos e piolhos causam grandes desconfortos, obrigando os animais de estimação (e também muitas espécies silvestres) a se coçarem incessantemente, fato que provoca irritações e feridas na pele e alopecia (perda de pelos).

    As pulgas são os parasitas mais comuns em cães e gatos. No entanto, estas irritações passageiras são o menor dos problemas. As larvas destes insetos têm a alimentação baseada em ovos de solitárias (Taenia solium), que, uma vez ingeridas, passam a se desenvolver no sistema digestório das pulgas e podem infestar os pets.

    As pulgas também são vetores da peste bubônica, doença transmissível aos seres humanos que reapareceu há duas décadas no continente africano. Outras enfermidades mais comuns são: tifo murino, anemia (algumas espécies continuam sugando sangue mesmo depois de saciadas), salmonelose (doença gastrointestinal que provoca diarreia e desconforto abdominal) e bicho-de-pé (quando um indivíduo da espécie Tunga penetrans invade a pele).

    Uma fêmea da espécie põe entre 200 e 600 ovos durante toda a vida, a partir de um único acasalamento inicial. As larvas nascem de dois a 12 dias, mas os ovos podem permanecer em estado latente por até um ano, no caso de temperaturas muito baixas. Um ano é também o período que uma pulga pode ficar sem se alimentar.

    O carrapato, também conhecido como carraça, é outro inseto hematófago (sugador de sangue, substância necessária para a maturação dos ovos) que prejudica seriamente a vida dos pets – e dos donos também. Já foram classificadas mais de 900 espécies, catalogadas nas famílias Ixodidae e Argasidae.

    As fêmeas dos carrapatos produzem centenas de ovos. Logo depois da postura, os insetos morrem. Os carrapatos podem ter de um a três hospedeiros. As espécies mais comuns no Brasil são o carrapato-de-boi, o carrapato-vermelho (o mais comum entre cães e gatos), o carrapato-de-galinha (que transmite a bouba, semelhante à sífilis, aos galináceos) e o carrapato-estrela (o mais comum entre os humanos).

    Os carrapatos transmitem a febre maculosa (que também acomete seres humanos e tem os sintomas iniciais muito semelhantes aos de uma gripe ou resfriado), babebiose canina (que destrói as hemácias), erliquiose canina (que também afeta humanos e gatos) e doença de Lyme (considerada a doença transmitida por vetores mais prevalente nos EUA; no Brasil, já foi diagnosticada em São Paulo e no Rio de Janeiro).

    Os piolhos que afetam cães e gatos são inofensivos aos humanos. Além disto, estes insetos não sobrevivem mais de 24 horas distantes dos hospedeiros. Eles são transmitidos diretamente entre os pets e também pelo contato direto com camas, almofadas, casinhas, brinquedos, roupas, etc. A infestação leva o nome de pediculose.

    Dois gêneros de piolhos atacam os animais de estimação: os Anoplura são hematófagos e podem causar anemia e fraqueza, nos casos de infestações maciças; os Malophaga são mastigadores e se alimentam de células mortas dos pelos e da pele. Estes últimos podem ser infectados por Dipylidium caninum (que também atacam gatos), responsáveis por uma verminose intestinal.

    No caso de dipilidiose, o verme pode contaminar seres humanos. Nos pets, os sintomas mais comuns são a coceira em posição de trenó (esfregando o ânus contra o solo), perda de pelos, escoriações na pele e presença de proglotes (segmentos ou “anéis” dos vermes cestoides) nas fezes. Os animais ficam irritadiços e ansiosos.

    Há, no entanto, casos assintomáticos de dipilidiose, que é mais comum nos meses frios. O tratamento contra piolhos é feito com medicamentos e produtos tópicos, como xampus. As lêndeas são ovos pequenos de menos de um milímetro de diâmetro que ficam grudadas nos pelos.

    Outra doença grave transmitida por piolhos infectados é a febre das trincheiras, que recebeu este nome em função da transmissão muito comum entre a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, quando os soldados ficavam entrincheirados.

    O mal é causado pela bactéria Bartonella quintana, afeta humanos e gatos domésticos e selvagens e é caracterizado por febre alta, dor de cabeça, dor nas pernas, dificuldade para respirar, conjuntivite, dor abdominal, falta de apetite e inflamação dos gânglios do pescoço.
    A febre das trincheiras pode evoluir para condições potencialmente letais:

    • angiomatose bacilar: infecção progressiva dos vasos sanguíneos, que afeta principalmente pessoas com imunodepressão;

    • endocardite: infecção na membrana mais interna do coração, que pode se expandir para o septo interventricular, válvulas cardíacas e cordas tendinosas (que abrem e fecham as válvulas);

    • insuficiência cardíaca (incapacidade do coração de bombear o sangue em quantidade suficiente para dar resposta às necessidades do organismo);

    • bacteriemia (proliferação de bactérias na corrente sanguínea).

    Pulgas, piolhos e carrapatos, mesmo que não estejam infectados por micro-organismos, podem causar DAPP (dermatite alérgica a picadas e pulgas), um problema muito comum, que prejudica seriamente a qualidade de vida dos pets. Frontline é uma forma simples para eliminar este problema: basta aplicar uma dose mensal para livrar os nossos amigos de todos estes problemas.

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    Receita de Frontline caseiro

    Frontline é uma linha de produtos da SANOFI, grupo farmacêutico presente em mais de cem países. O produto comprovadamente elimina pulgas, carrapatos e piolhos adultos e também contra ovos e larvas de pulgas que infestam cães e gatos. No entanto, o Frontline custa caro. Desta forma, uma receita de Frontline caseiro vem a calhar.

    Mas, funciona? Quem testou o Frontline caseiro garante que sim. A receita é barata e vale a pena testá-la nos pets.

    A receita é bem divulgada na internet, com algumas alterações nos ingredientes. O produto é útil para prevenir e combater infestações, mas, em função do cheiro forte, pode ser contraindicado para cães e gatos alérgicos a produtos tópicos. De qualquer forma, sempre é importante tentar.

    A receita de Frontline feito em casa

    Para fazer a receita de Frontline caseiro, você vai precisar de:

    • um litro de álcool de cereais;
    • 60 gramas de cânfora (três pedrinhas);
    • um pacote de cravo-da-índia;
    • um copo americano de vinagre de vinho branco (250 ml).

    Coe em um filtro de papel antes da aplicação. Na impossibilidade de adquirir álcool de cereais, o item pode ser substituído por álcool comum (vendido em farmácias e supermercados). Alguns criadores recomendam utilizar até oito pedrinhas de cânfora para um litro de álcool e deixar o Frontline caseiro descansando por 24 horas antes da aplicação.

    É importante higienizar o ambiente antes da aplicação, uma vez que 90% das pulgas e carrapatos se encontram nos cômodos em que os cães e gatos circulam, e não nos pelos dos animais. O Frontline caseiro também pode ser borrifado no ambiente e nas casinhas/ caminhas dos pets.

    Modo de fazer o Frontline caseiro

    Misture todos os ingredientes e ferva tudo em uma panela até que as pedras de cânfora estejam dissolvidas.

    Para melhor dissolução, esmague as pedrinhas de cânfora com um garfo e embeba-as com o álcool de cereais antes de levar a mistura ao fogo (em alguns estabelecimentos, é possível comprar cânfora em pó). Tome cuidado: o álcool pode se incendiar. De qualquer forma, não dilua a mistura em água, para não comprometer a eficácia.

    Para aplicar o Frontline caseiro, basta utilizar um borrifador comum e envolver o animal de estimação com uma toalha até que os parasitas morram (as pulgas morrem imediatamente e os carrapatos ficam atordoados, o que facilita bastante a remoção). Bastam 15 minutos, mas é preciso ter muita paciência, uma vez que os animais reclamam demais, principalmente em função do odor.

    Em seguida, dê um banho no pet e, quando os pelos estiverem secos, borrife um pouco do produto na altura da cernelha, para prevenir.

    O Frontline caseiro não deve ser aplicado em animais com a saúde debilitada, nem em filhotes. Os animais já devem estar vacinados e vermifugados antes de receber a primeira dose do produto.

    No momento da aplicação, é necessário ter cuidado com as áreas mais sensíveis, como os olhos, ânus, orelhas, focinho e boca (mucosas em geral). Repita o procedimento a cada 15 dias, até observar que os parasitas foram totalmente eliminados, não voltem mais.

    O produto não é tóxico, mas o cheiro forte da cânfora incomoda bastante os pets. O Frontline caseiro é uma boa opção também para humanos, servindo como repelente contra mosquitos.

    Vale a pena compartilhar à dica?

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    Cachorro encontra gato perdido debaixo de casa após ter sido salvo de incêndio

    O ano de 2017 não começou muito bem para Christine Marr. A casa onde morava pegou fogo e ao contrário da maioria das pessoas que daria mais importância aos danos materiais, Christine realmente temeu pelos seus três animais de estimação.

    Ela se dirigiu imediatamente ao local e o bombeiro repassou as notícias. A cadela Chloe foi encontrada no banheiro, viva, mas seu estado era péssimo. Os bombeiros não dispunham de máscara de oxigênio canina e para salvá-la tiveram que adaptar máscaras de humanos. No entanto, as notícias referentes aos outros dois animais, os gatos Ringer e Smoke não eram as melhores. Smoke não conseguiu se salvar e Ringer não havia sido encontrado. Era muito provável que tivesse morrido no fogo.

    Christine e o marido ficaram devastados, mas precisavam cuidar do bem-estar de Chloe. A cachorra, particularmente, estava triste com o desaparecimento de Ringer. Ambos sempre foram muito ariscos em relação às outras pessoas. Contudo, quando juntos, a festa e a bagunça era grande. De repente Chloe se viu sem seu grande parceiro e ficou sem chão.

    A propriedade começou a ser reformada e durante os dias seguintes Christine e o marido voltaram à casa também para alimentar outros gatos que viviam por lá. Nestas ocasiões o casal sempre buscou por Ringer, na esperança de reencontrá-lo, mas depois de um mês eles finalmente aceitaram que o bichinho não tinha sobrevivido.

    Dois meses depois do incêndio, o casal mais uma vez retornou para ver o andamento da reforma e desta vez levou Chloe. Mal chegaram lá e a cadela começou a cheirar o chão. Até então tudo parecia normal. Mas, para surpresa de Christine e do marido, Chloe enfiou a cabeça em um vão grande na parede da sala de jantar. O buraco dava para debaixo da casa e Chloe não queria sair dali de jeito nenhum. Nem os puxões de Christine foram suficientes. Até que o casal escutou em “miau” vindo da abertura.

    Ambos acreditaram que algum gato da vizinhança teria entrado lá durante as obras e ficado preso. Chloe foi levada para o carro enquanto o marido tentava libertar o gatinho. Quando Christine retornou encontrou Ringer no colo dele.

    Magro e sujo. Assim era o estado do bichano. Quase irreconhecível, o casal só teve a confirmação quando viu um detalhe característico na sua cauda. O pobrezinho estava há dois meses sem comer e beber e era preciso levá-lo urgente ao veterinário. Quando Chloe viu seu amigo entrando no carro quase não acreditou. A felicidade foi tamanha que ela tentou pular no colo de Christine onde se alojava Ringer para beijá-lo.

    O veterinário foi categórico ao dizer que Ringer estava vivo por milagre. Atualmente, o gato já está em casa e a felicidade é total. Ele sente um pouco de dificuldade para se alimentar e beber, mas seu humor é ótimo agora que está entre as pessoas que ama e ao lado de sua grande amiga Chloe.

    Uma história linda de amizade e superação que merece muito ser compartilhada!

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    Cachorrinho salvo de abrigo passa os dias atravessando o país com sua nova mãe

    Pete é uma mistura de terrier com chihuahua e tem aproximadamente cinco anos. Sua sorte começou a virar quando a piloto de corrida Collete Davis o conheceu durante um evento de adoção em São Francisco, Califórnia, há dois anos.

    Naquela época Pete estava vivendo no abrigo Family Dog Rescue e sua situação não era das melhores.

    Collete foi até o abrigo e reparou quando Pete estava em uma jaula com outros cães, assustado, tentando se livrar de outro que queria morder sua orelha. Penalizada, Collete o pegou imediatamente no colo e ao fitar aqueles olhos tristes soube que precisava salvar o cachorrinho. E decidiu adotá-lo.

    A jovem tem uma vida agitada. Ela pilota carros desde os quinze anos e viaja com frequência através do país.

    Naquele dia ela precisava ir para Flórida e não tinha onde deixar Pete. Collete não teve dúvidas e decidiu levar o cachorrinho junto. Foi a primeira viagem de Pete e ele se portou muito bem. Dormiu todo o trajeto de cinco horas e desde então acompanha Collete aonde quer que ela vá.

    A jovem já vinha procurando um cão para adotar, mas ela não esperava que se encantaria por um animal adulto. As viagens dificultavam a realização desse desejo e algumas vezes Collete chegou mesmo a duvidar que algum dia teria um cão. Até conhecer o doce Pete.

    Ninguém podia adivinhar que o cachorrinho iria gostar tanto de viajar. Durante os passeios ele costuma chamar bastante atenção, principalmente quando usa suas gravatinhas estilosas. Pete não se importa nem um pouco de tirar fotos com pessoas desconhecidas. Aos poucos o cachorrinho assustado se tornou confiante e amoroso.

    O passado abusivo ficou para trás, bem como as noites que passou ao relento nas ruas de São Francisco, EUA. A grande novidade é que agora o cachorrinho tem uma namorada! Rally foi adotada por Collete e a empatia entre os dois foi imediata.

    Hoje pode se dizer que Pete é um cachorro muito feliz. Tomar sol e brincar com Rally são seus passatempos preferidos.

    Collete conta que teve vontade de transformar Pete em seu co-piloto e acredita que ele não iria se perturbar nem um pouco com a alta velocidade. Talvez até dormisse no cokpit.

    Sem dúvida, a vida de Pete é uma aventura só.

    Gostou da história? Compartilhe para incentivar mais pessoas sobre a importância da adoção.

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    Cadela prende a cabeça em lugar inusitado e surpreendente é salva…

    Jasmine Willians e seu companheiro passaram por um sufoco no mês passado. Tutores de quatro cachorros, o casal está acostumado com as estripulias dos seus filhotes. Mas, desta vez, a cachorrinha Jade extrapolou todos os limites.

    Jasmine recebeu uma ligação do namorado Rayshawn Campbel pedindo para que ela saísse da casa para ver algo do lado de fora, onde ele a esperava. O homem pediu ainda para que Jasmine não se assustasse com o que estava prestes a ver. Curiosa, ela se deparou com uma cena insólita. A cadelinha havia enfiado a cabeça dentro da roda da parte detrás de um carro e não conseguia se soltar. Este havia sido o resultado da perseguição a um gatinho.

    Iniciou-se, então, uma maratona para tentar libertar Jade do pneu. Mas quem poderia ajudar? Jasmine tentou primeiro para uma associação de ajuda aos animais, que a orientou ligar para uma delegacia de polícia. O agente policial, contudo, instruiu que fosse chamado o 911, cujo atendente disse que não seria possível ajudar. Ou seja, um empurra em empurra que achávamos que só acontecia no Brasil.

    Sem saber o que fazer, Jasmine foi até o Corpo de Bombeiros, mas lá não havia ferramenta que pudesse cortar o pneu. Aquela altura, Jasmine estava às lágrimas e consultando desesperadamente o Google. Ela encontrou uma clínica veterinária especialista em casos de emergência.

    Quando a equipe do Blue Pearl atendeu a chamada e escutou o relato apavorado de Jasmine, disse que jade fosse levada para lá.

    A técnica veterinária Jenny Davis foi quem recebeu Jade e reparou que o animal estava cansado pelo esforço em tentar se libertar. Os olhos chegavam cheios de sangue de tanta força que a cadela fez.

    Freya, a irmã de Jade, também estava juntas, ambas exaustas. Os sinais vitais de Jade se mantinham estáveis e Jenny lhe deu um sedativo para que ela relaxasse. Levou vinte minutos para Jade ficar livre do pneu.

    Jenny revelou que cães presos dentro de rodas não é uma situação incomum e que eles costumam se meter nos lugares mais inusitados. Jade, quando se viu livre, distribuiu muitas lambidas como forma de gratidão. Ainda naquela noite todos voltaram para casa e a cadela, aliviada, retornou a sua rotina de muitas brincadeiras com seus irmãos de quatro patas.

    Jade e Freya deitam juntas após o alívio.

    Fica aí uma lição para todos nós. Cuidado com as rodas em sua residência, evite deixar sus cães brincarem com isso.

    Foi um alívio, não é mesmo? Compartilhe para que mais pessoas conheçam este perigo.

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    Cão desenganado ganha festa no seu primeiro aniversário

    Você teria coragem de adotar um cãozinho cuja expectativa de vida é apenas seis meses? É preciso um pouco de coragem e Erica Mahnken não tinha a menor intenção de fazer isso até pôr os olhos na linda Honey.

    Nada foi planejado. Erica foi visitar a amiga Lorraine Healy, fundadora da Husky House, um grupo de resgate de cães em Nova Jersey. Ela nunca iria imaginar que se apaixonaria por um cãozinho gravemente doente.

    Lorraine foi quem insistiu para a amiga dar uma olhadinha em Honey, na época com somente dois meses. Erica negou.

    Não queria sentir pena do animalzinho. Porém, Erica não resistiu e foi conhecer Honey que era pequena e pesava pouco. Mas esse não era o seu maior problema. A cachorrinha é portadora de uma doença cardíaca congênita que causa um estreitamento das válvulas da aorta.

    Erica realmente ficou mal quando se deparou com Honey e a partir disso começou a pensar nas coisas que a cadelinha deixaria de desfrutar por conta da doença. Ela então decidiu levar Honey para casa e proporcionar uma vida com mais emoção e aventuras até onde o bichinho fosse capaz de suportar.

    E Honey fez muitas coisas! Ela brincou no playground, foi para a praia, ficou um dia treinando com o Departamento de Polícia de Nova York na unidade dos cães, visitou um santuário local e brincou com uma cabra, e até passeou em um caminhão de bombeiros. Você pensa que acabou? Honey tirou foto sentada no colo do papai Noel e também brincou na neve.

    Erica não se descuida dos cuidados com sua filhota e a leva a visitas periódicas ao veterinário. Mas nem mesmo o médico consegue explicar como a cadelinha está tão bem. Muito provavelmente é o amor incondicional que Honey vem recebendo de Erica.

    Há poucos dias Honey comemorou seu primeiro aniversário, com direito a balões e festa. A cachorrinha adorou tudo, porém ela se cansa fácil. Depois do agito, a cadela dormiu a noite toda.

    Como é incerto o tempo de vida de Honey, Erica já tem uma lista de coisas a serem feitas. Uma delas é tirar a certificação de cão de serviço. A intenção é que Honey frequente hospitais infantis e interaja com crianças em estágio terminal para mostrar que sempre há uma esperança. Erica também quer incentivar outras pessoas a adotarem animais doentes. Ela não se arrepende da adoção de Honey, ainda que as pessoas a tenham chamado de louca na época.

    Afinal, se Erica não tivesse ajudado Honey, a cachorrinha já poderia ter partido.

    Longa vida a Honey!

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