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    Cão idoso procura um lar para passar seus últimos dias

    Scruffy é um cão muito simpático e que conta com uma grande peculiaridade. Ele é um dos cães mais antigos da Grã-Bretanha. Scruffy tem 17 anos, mas a idade canina corresponde a 119. Atualmente ele vive em um abrigo esperando sua nova família.

    Sarah Fortey é a coordenadora do Home From Dogs Trust Evesham. Ela diz que a média de idade dos cães em abrigos é quatro vezes menos que a de Scruffy. Este é o motivo por ele estar demorando tanto a ser adotado.

    Mas há vantagens em adotar um cão mais velho. Sim, eles também podem se tornar grandes companheiros, não precisam se exercitar com tanta frequência, têm personalidade e ficam mais satisfeitos quando estão quietinhos em casa.

    Scruffy, por exemplo, não precisa de grandes passeios, pois ele se cansa mais rápido. A visão ainda está boa, porém a audição não é das melhores, mas certamente Scruffy escutará quando você o chamar para jantar. Cães mais velhos são mais confiáveis.

    A família que adotar Scruffy não terá muito trabalho. Ele gosta mesmo é de ficar no jardim, receber abraços e sentar no sofá para descansar.

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    A mutação genética de Enzo não o impede de levar uma vida normal

    Enzo conheceu sua nova família quando tinha apenas dois meses de vida. Ele é um cão absolutamente normal, mas há algo nele que o diferencia dos outros companheiros da raça.

    O cãozinho nasceu com uma mancha negra ao redor dos olhos e que se estende por sua carinha. Isto se deve a uma mutação genética rara.

    Ella Castro é a mãe orgulhosa de Enzo. Ela explica que os Golden Retrievers nascem com uma cor preta básica, mas um gene modificador os torna dourados com o tempo. Enzo, por algum “defeito” no DNA, ficou com aquela parte do rosto negra.

    O veterinário Christopher Reeder disse que aparentemente não há efeitos nocivos e que qualquer raça de cão pode ser atingida.

    Enquanto isto, Enzo segue sua vida sem saber que é uma raridade. Ele chama muita atenção por causa disto, mas o que ele gosta mesmo é de brincar e fazer amizade com todo mundo.

    A mãe revela que Enzo adora cumprimentar todos que passam por ele. Porém, quando alguém o ignora, ele leva sempre para o lado pessoal.

    Além de ser um cão diferente, Enzo tem outro grande diferencial: o seu tamanho. Com apenas dois meses de vida, Enzo aparenta ter cinco ou seis meses. Sem dúvida, ele surpreende a todos e por muitos motivos!

     

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    Cão faz bagunça no jardim e sujeira rende multa à tutora

    Todos nós sabemos que cães podem ser muito bagunceiros. Se os seus donos não ficam no controle, o resultado pode ser bem desastroso. Foi o que aconteceu com Ria Parks, 34 anos. Seu desleixo não permitiu que ela recolhesse as pilhas de fezes que seu cão deixou no quintal.

    O acúmulo de lixo não ficou barato para Ria. Ela teve que pagar 860 euros entre multas e custas judiciais.

    Tudo começou quando um oficial do meio ambiente, em uma inspeção de patrulha na estrada de Argyll, Stoke-on-Trent, Reino Unido, se deparou com os montes de fezes do cão no quintal.

    Foi constatado que a responsável era Ria. Ela foi comunicada por correspondência e várias outras inspeções aconteceram depois da descoberta.

    Chris Oldfiel, o oficial responsável, ficou espantado com a confusão no jardim. Salientou ainda que certamente os vizinhos não deveriam estar contentes com aquela sujeira toda. Infelizmente, só depois de acionada é que Ria se dispôs a limpar o terreno. Se o oficial não tivesse visto toda a bagunça, sabe-se lá quanto tempo o pobre cão teria que viver no meio da sujeira.

    Esperamos que a partir de agora o cão de Ria possa viver em um ambiente mais limpo, organizado e saudável.

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    Motorista de Uber que recusou cão-guia terá de pagar indenização

    A Justiça do Distrito Federal condenou um motorista da empresa de transportes por aplicativo Uber a indenizar um passageiro em R$ 2 mil. De acordo com os autores, a motorista se recusou a conduzir um deficiente visual. O motivo: o passageiro estava acompanhado por seu cão-guia.

    Os nomes dos envolvidos permanece sob segredo de justiça, para não prejudicar as atividades profissionais do motorista e não expor ainda mais o autor da ação. A Uber, no entanto, responde solidariamente ao condutor, por ser a responsável pelo serviço. A Uber não se pronunciou oficialmente em nenhuma fase do julgamento da ação.

    O autor da ação afirmou que o motorista da Uber não permitiu o embarque do cão-guia, alegando que o animal sujaria o veículo. Vale lembrar que os cães acompanhantes de deficientes visuais passam por adestramento de obediência e socialização praticamente desde que nascem. O treinamento continua até que o cão completa um ano de idade e pode ser adotado por um portador de necessidades especiais.

    A ação contra o motorista

    O autor da ação afirmou que contratou o serviço de transporte através do aplicativo, porém, ao chegar, o motorista da Uber se recusou a transportá-lo, em função de possíveis contratempos que o cão-guia poderia causar em seu veículo.

    Além da indenização pecuniária, a exposição de deficientes físicos a situações constrangedoras – e, no caso dos cães-guia, a recusa ao direito de ir e vir, garantido pela Constituição Federal, é uma discriminação passível de até três anos de reclusão.

    Na primeira instância, o juiz do 3º Juizado Especial Cível de Brasília destacou na sentença, que acolheu o pedido de indenização: “de acordo com a lei nº 11.206/05, é assegurado à pessoa com deficiência visual acompanhada de seu cão-guia o direito e de ingressar e permanecer em todos os meios de transporte e em todos os espaços públicos; desta forma, a recusa em transportar o passageiro ofende o dispositivo legal e ultrapassa os meros aborrecimentos do cotidiano, pois discrimina o consumidor, expondo-o a uma situação constrangedora”.

    A condenação em primeira instância – que penalizou a Uber, como solidária e responsável pelos atos de seus condutores – foi mantida pela 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Distrito Federal (do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), que, no entanto, reduziu o valor arbitrado a título de danos morais. A indenização foi reduzida de R$ 10 mil para R$ 2 mil.

    A turma recursal reduziu o valor da indenização. Apesar de ratificar a decisão do 3º Juizado Especial Cível de Brasília, concordando em que houve “defeituosa prestação de serviço”, tipifica dano moral indenizável, por ofensa aos direitos de personalidade do autor da ação.

    No entanto, os magistrados consideraram excessivo o valor arbitrado (de R$ 10 mil). Por isto, levando em consideração os princípios de proporcionalidade e razoabilidade, as peculiaridades do caso específico e a capacidade financeira das partes envolvidas, a turma recursal reduziu a indenização para R$ 2 mil. A decisão foi unânime e não cabem outros recursos.

    O que diz a lei

    De acordo com a legislação brasileira (lei nº 11.126/05, conhecida com lei do cão-guia), é assegurado ao portador de deficiência visual o direito de ingressar e permanecer com o seu cão-guia nos veículos e estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo, como bancos e casas de comércio.

    Atualmente, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado da República discute a ampliação destes direitos também para cães ouvintes e cães de assistência, que acompanham deficientes auditivos, autistas e cadeirantes, além de animais especializados em detectar alterações indicativas de crises diabéticas, alérgicas ou epiléticas.

    Os cães de assistência já são treinados para abrir e fechar portas, apertar botões de elevadores e pegar objetos pouco acessíveis a deficientes e portadores de dificuldades de locomoção e mobilidade. O projeto de lei é de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

    Outros casos

    A recusa em transportar cães-guia não é exclusiva deste motorista penalizado com multa pecuniária, nem tampouco dos motoristas de Brasília. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as duas maiores cidades do país, estes fatos são corriqueiros.

    Apenas um exemplo: um 2017, a economista Marcela Vilela solicitou um carro através do aplicativo. O trajeto seria de Cosme Velho para Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O motorista encostou no meio-fio, mas, ao avistar o cão-guia, disse simplesmente: “cachorro no meu carro, não”. E partiu, mesmo depois de ser advertido de que estava descumprindo a lei.

    Usuários da Uber afirmam que a empresa, ao ser notificada da irregularidade, a empresa entra em contato por e-mail, dá crédito para uma próxima corrida e afirma que bloqueará o motorista do perfil do cliente. Isto, no entanto, não resolve e nem mesmo atenua o problema. Trata-se de uma questão de direitos básicos, e não de abatimentos.

    Conclusão

    Vale lembrar que cão-guia não é apenas um animal de estimação. Os vínculos entre pet e tutor são bastante estreitos, mas estes animais são basicamente cães de serviço. Na verdade, um cão-guia é verdadeiramente os olhos de seu tutor.

    É necessário pressionar as autoridades para que haja mais fiscalização dos serviços e o estabelecimento de punições mais sérias para os autores destes delitos, que, mais do que gerar prejuízos, são uma forma de não reconhecimento de direitos humanos básicos.

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    Cães pretos recebem ajuda para saírem de lista de adoção

    Cães pretos levam mais tempo para serem adotados e terminam por ficar nos abrigos mais tempo que os outros.

    Isso é chamado de Síndrome do Cão Preto. A explicação é que por serem negros fica mais difícil de capturar suas expressões nas fotografias e os possíveis donos não conseguem ter ideia do quanto eles podem ser adoráveis.

    O SPCA (Sociedade para Prevenção da Crueldade contra Animais) escocês decidiu dar uma força para estes cães. Com uma parceria feita com variados grupos do Instituto de Mulheres Escocesas (SWI), foram produzidas camisas coloridas para vestir os cães pretos.

    Sharon Comrie, Superintendente da Scottish SPCA está bem animada com a iniciativa. As camisas de malha são macias, podem ser esticadas e as variações de cores são muitas.

    Archie é um exemplo. Ele está no abrigo há um bom tempo e já está estressado com a situação. Quando há algum adotante em potencial, nem sempre ele consegue ser o cão mais simpático. Agora, no entanto, ele ganhou um suéter colorido que aumentará as chances de encontrar um novo lar.

    Sharon espera que as novas roupas coloridas possam ajudar que novos lares sejam encontrados, não somente para os cães pretos.

    Cá entre nós, os suéteres ficaram uma graça, não é mesmo?

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    Filhotes usam pijamas para se curarem de doença

    Kristina Rinaldi, diretora-executiva do Resgate de Cães de Detroit (DDR) não acreditou no que viu quando resgatou seis filhotes do controle de animais.

    Eles estavam pegando fogo.

    Sim, foi esta a impressão de Kristina ao tocar neles. A febre era tão alta que parecia que os pobres cachorrinhos queimavam.

    O quadro de sarna era severo. Eles não possuíam pelos. A pele estava completamente cor-de-rosa e havia feridas pelo corpo.

    Kristina conta que nunca viu nada parecido na sua vida, embora já tenha se deparado com muitos casos de sarna em cães. Os gânglios linfáticos e os olhos estavam bem inchados e a pele descascando. Realmente o quadro era assustador.

    Este primeiro contato foi em novembro de 2015, quando os seis pequenos foram encontrados em uma casa abandonada em Detroit. O abrigo de controle de animais estava lotado e não havia como cuidar dos filhotes. A DDR então se prontificou para ajudar.

    A equipe do DDR levou-os a um veterinário assim que eles foram resgatados. A urgência não foi o bastante para dois deles, que morreram antes de chegar à clínica. A missão, a partir daquele momento, era salvar os demais.

    Os filhotes permaneceram na clínica por doze semanas. Kristina e sua equipe de voluntários os visitavam diariamente. Mesmo quando a situação melhorou, eles precisavam de cuidados 24 horas por dia por causa da sarna.

    Para acelerar a cura dos quatro filhotes, os voluntários da DDR trouxeram pequenos pijamas para proteger a pele delicada. Eles as usaram por quatro meses.

    Felizmente a pele começou a crescer. Passados oito meses os filhotes estavam completamente curados e não demorou muito para serem adotados por lares amorosos.

    Um dos filhotes, Wilbur, vive em uma casa com um grande quintal, onde pode correr à vontade. Agora com dois anos de vida, ele tem um irmão de mãe diferente e ambos se dão muito bem. A saúde de Wilbur é excelente, graças a todos os cuidados da equipe do DDR.

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    Estabelecimentos veterinários são obrigados a denunciar maus tratos

    O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, sancionou na quinta-feira, dia 05/07/18, a lei nº 8.043/2018, de autoria do deputado estadual Geraldo Pudim (MDB). De acordo com a nova legislação, clínicas veterinárias, pet shops e serviços de banho e tosa ficam obrigados a denunciar indícios de maus tratos contra animais de estimação atendidos nesses estabelecimentos.

    De acordo com a lei, já publicada no Diário Oficial do Estado, as denúncias de maus tratos devem ser notificadas nas delegacias de polícia mais próximas ou na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), responsável pela fiscalização das condições de saúde e qualidade de vida dos animais de estimação.

    Outros órgãos de fiscalização ambiental de âmbito municipal ou estadual também estão autorizados a receber e encaminhar as denúncias de eventuais maus tratos contra animais. A legislação vale para todo o Estado do Rio de Janeiro.

    Na denúncia, deverão constar:

    • nome, endereço e contato do dono do animal supostamente agredido;
    • raça, características físicas e estado geral de saúde do pet;
    • relatório do serviço prestado pelo estabelecimento.

    Os estabelecimentos que não cumprirem o disposto em lei estarão sujeitos às penalidades previstas na lei estadual nº 3.467, de 14.09.2000, que dispõe sobre sanções administrativas para atitudes (ou omissões) lesivas ao meio ambiente. A lei prevê desde advertências escritas até a suspensão total das atividades das pet shops, clínicas veterinárias e serviços de banho e tosa envolvidos no descumprimento da legislação.

    Os prestadores de serviço omissos também sofrerão as sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, sem prejuízo das penalidades previstas na nova lei.

    Veja também: Como denunciar maus tratos aos cães

    A legislação federal

    Há 20 anos, a punição para os autores de maus tratos contra animais de estimação já está prevista pela legislação federal. A lei nº 9.605, de 12.02.1998, dispõe sobre sanções penais e administrativas contra atitudes e condutas lesivas ao meio ambiente.

    Trata-se da primeira legislação brasileira que abrange as agressões contra o meio ambiente. A lei nº 9.605/1998 permite a responsabilização de pessoas físicas e jurídicas (sem prejuízo do autor do ato infracional).

    O artigo nº 32 desta lei federal prevê sanções administrativas (multas) e penais contra autores de práticas de abuso, maus tratos, ferimentos ou mutilações em animais de estimação, silvestres e exóticos (não pertencentes à fauna brasileira).

    A lei nº 9.605/1998 determina a detenção de três meses a um ano para os autores dos maus tratos, além de multa. A pena é aumenta de um sexto a um terço, caso o animal em foco venha a óbito. O mesmo artigo qualifica como maus tratos as experiências dolorosas ou cruéis em animais vivos, mesmo que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

    A lei, no entanto, é genérica, cabendo às unidades da federação (Estados e Distrito Federal) complementar e qualificar os atos infracionais. A legislação recém-sancionada pelo governador Pezão é a primeira que estabelece sanções para os autores de maus tratos contra animais de estimação.

    O caminho

    Foi-se o tempo em que animais podiam ser tratados como objetos e, quando não conseguiam mais cumprir as suas funções – fazer a guarda da casa ou caçar ratos, por exemplo – simplesmente eram descartados como se fossem trastes imprestáveis.

    Nossos animais e nós mesmos, tutores responsáveis, agradecemos à nova legislação, apesar de sabermos que ela chega com décadas de atraso (a Constituição Federal, outorgada em 1988 – completa 30 anos em outubro de 2018) já previa punições parara crimes contra o meio ambiente.

    As demais unidades da federação devem seguir o exemplo do Rio de Janeiro, adaptando a legislação à realidade local e aprimorando os cuidados com os animais de estimação e também com a fauna silvestre e exótica. Todos os animais são seres vivos e, desta forma, têm direito à vida e à dignidade.

    Agora, os fluminenses – em especial as sociedades de proteção dos animais – precisam ficar atentos e ajudar a fiscalizar as denúncias, para garantir a qualidade de vida dos pets. Os demais brasileiros precisam insistir com os representantes do Poder Legislativo para que a legislação seja atualizada e também contemple os nossos companheiros de quatro patas – ou de penas, escamas, couro, etc.

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    A cadela Miracle mostrou que milagres podem acontecer todos os dias

    A simpática Miracle vivia em uma fábrica abandonada em Carolina do Sul. Um dia o lugar pegou fogo e uma pessoa a encontrou vagando sem rumo nas proximidades. Miracle foi levada a um abrigo e constatado que sua pata estava com uma fratura. Outra coisa chamou atenção da equipe do abrigo: Miracle estava produzindo leite.

    Isto deixou todos bem preocupados. Onde estariam os bebês de Miracle?

    O receio de que os filhotes estivessem ainda na fábrica motivou o oficial de controle de animais a entrar em contato com os bombeiros. Quatro dias depois um dos bombeiros voltou com Miracle até lá. As surpresas começaram aí.

    Miracle não entrou no lugar. Ela rumou para um bosque próximo e conduziu o homem até onde estava a sua ninhada.

    Eles eram seis!

    Chegou-se à conclusão que Miracle levou um filhote por vez até o bosque e, depois disto, foi atrás de ajuda. Muito provavelmente durante o trajeto Miracle machucou a pata. Os cachorrinhos foram encontrados aguardando a mãe, bem pacientes, e se mostraram muito felizes por todos estarem juntos novamente.

    Miracle e seus filhos foram removidos para o abrigo Dóchas N Grá Rescue and Sanctuary para começarem a receber todos os cuidados possíveis.

    A boa notícia é que os bebês, com cinco semanas de idade, aproximadamente, estavam em ótimas condições de saúde.

    Porém, a situação de Miracle era mais delicada. A pata dianteira realmente estava fraturada e, para piorar o quadro, seu organismo adquirira uma grave infecção.

    Não houve outra saída a não ser amputar a pata de Miracle. Mesmo assim, isto não a desanimou. Ela continuou a cadelinha doce e alegre, exatamente como quando a conheceram.

    Os filhotes passaram quatro semanas no abrigo e depois foram para o Happy Tails Dog Rescue. Logo foram adotados e hoje estão muito bem.

    Miracle precisou ficar cerca de dois meses no abrigo e após transferida para o Happy Tails. Atualmente ela está recuperada e em breve a cadelinha estará pronta para ser adotada também.

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    Um cão, um gato e um rato. Amigos inseparáveis

    São três espécies que, teoricamente, jamais poderiam ficar juntas no mesmo lugar. Porém, Sacha, o cão, Jack, o gato e Tweaks, o rato, mostram exatamente o contrário.

    Eles já vivam na mesma casa quando sua família foi obrigada a reduzir o tamanho do lugar. Infelizmente, o espaço não foi o suficiente para manter os animais e o trio teve que ser removido para o Oshkosh Area Humane Sociaty (OAHS), em Oshkosh, Wisconsin.

    Os três já se davam muito bem antes e quando chegaram ao abrigo tiveram que fazer exames médicos. Jack foi o primeiro da fila, mas ele estava assustado. Não queria deixar os veterinários chegarem perto. Um dos voluntários sugeriu que o cão entrasse também na sala de exames. Quando viu o amigo por perto, Jack mudou da água para o vinho. Ficou relaxado é dócil.

     

    Depois disso, a equipe decidiu que para o bem de todos era melhor manter os dois no mesmo ambiente. Mas ainda havia Tweaks. O antigo dono havia dito que os três se davam muito bem. Dito e feito. Ao reunir Jack, Sasha e Tweaks, a alegria tomou conta. Tweaks e Sasha trocaram lambidas como os bons amigos que são. Depois, o ratinho aproximou-se do gato, que dormia. Ambos ficaram deitados juntos, no maior companheirismo. Os voluntários acharam incrível.

    Não demorou muito para a equipe achar um nome para os três: The Rat Pack. Cheryl Rosenthal, a coordenadora do abrigo, se surpreende ao ver o grau de interação entre gato, rato e cão:

    –  Eles adoram dar beijos!

    A intenção da equipe era que os três fossem adotados juntos, mas levou quase vinte dias para que isto acontecesse. Kathy Berens e a filha um dia cruzaram a porta do abrigo e a vida do The Rat Pack nunca mais foi a mesma.

    Cheryl conta que tempos atrás, Kathy já havia adotado um gato do abrigo e agora estavam pensando em ter mais um gato e um cãozinho. Quando soube do trio, ela teve um estalo. Será?

    Kathy estava ainda um pouco incerta sobre Tweaks, no início. Por ela, o bichinho teria ficado no abrigo, mas os voluntários insistiram para que ela conhecesse o rato. Adivinhem: foi amor à primeira vista.

    Estava formada a família ideal.

    Os três animais irão viver em uma casa na área rural de Wisconsin. Kathy está muito feliz com seus novos filhos. Já os voluntários estão sentindo a falta de Jack, Sacha e Tweaks, mas ao mesmo tempo estão muito felizes por eles terem encontrado um novo lar.

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    Cães negligenciados são resgatados em estacionamento

    Quem conhece a raça Lhasa Apso, sabe o quanto eles são peludos e graciosos. Porém, a negligência de um homem deixou seus cinco cães praticamente irreconhecíveis. Choque e surpresa. Esta foi a reação de uma equipe de voluntários do abrigo Critter Mama Rescue, Inc, em Ruskin, Flórida.

    Tudo começou em fevereiro de 2017. O dono dos animais procurou o fundador do grupo pedindo ajuda. Ele possuía cinco Lhasas Apso, mas seu senhorio não sabia da existência deles. Caso isso acontecesse, talvez a situação ficasse complicada. O encontro com Robin Roberts aconteceu em um estacionamento.

    Robin aceitou receber os animais. Ele acreditava que os cães estariam em bom estado de saúde e cuidados. Mas quando o dono tirou de dentro da Van o primeiro cão, Robin e os voluntários ficam horrorizados com o que viram.

    O pelo cobria o corpo inteiro dos animais. Não era possível distinguir onde estavam seus rostos ou pés. Os pobres cães não conseguiam sequer enxergar. Os pelos também impediam que eles caminhassem. O cheiro de fezes, urina e sujeira se espalhou pelo estacionamento. Os voluntários mal podiam respirar.

    Robin constatou que seu abrigo não daria conta dos Lhasa e entrou em contato com Rick Chaboudy, Diretor-Executivo da Suncoast Animal League (SAL). As necessidades dos cães (quatro meninas e um menino) eram tão complexas que foi preciso removê-los para este abrigo, maior e mais bem equipado.

    Rick conta que nunca viu, em trinta anos na função de resgate, cães tão negligenciados como aqueles. Os animais foram levados até Clint Wilson, um cabeleireiro de cães envolvido também em casos de resgate. Foram necessárias muitas horas para tirar os animais daquela situação tão precária.

    Foi bem complicado. Um dos cães tinha a orelha presa na cabeça. Os cinco centímetros de pelos impediam que eles caminhassem. Fezes e urina fizeram crostas nos pelos. As unhas estavam enormes e feriam a pele.

    Depois que a parte estética foi resolvida, chegou a vez de verificar o estado real de saúde de cada um. Os animais nunca haviam sido levados a um veterinário na vida. Parasitas internos e externos, infecções na pele, olhos e ouvidos, desnutrição e uma séria doença nos dentes. A lista de problemas era grande. O veterinário constatou que os cães teriam em torno de dez anos de vida. Duas das fêmeas haviam parido bebês seguidamente.

    Os dentes podres tiveram que ser extraídos e a esterilização dos cinco foi providenciada. Todos tinham problemas sérios. Helen foi descoberta com uma infecção no útero quando foi castrada. Lilly teve tumores mamários removidos (mais tarde foi comprovado que eram malignos). Sequoia tinha um buraco na córnea. Os olhos de todos apresentam graves problemas. Quem não era cego, enxergava muito mal.

    Evidente que um caso destes tinha que vir a público. Quando os Cinco Fabulosos, como ficaram conhecidos, recuperaram-se das suas cirurgias, começaram a aparecer nas notícias locais. Logo as pessoas passaram a interagir com os cães. E eles ganharam fãs! Todos os dias os novos amigos dos animais aguardavam ansiosamente a atualização das novidades. Eles chegaram a receber mensagens de pessoas da Escócia e do Reino Unido.

    Rick conta que durante anos os cinco foram prisioneiros dos seus próprios corpos, vítimas de uma negligência severa. Mas a SAL felizmente conseguiu salvá-los de um destino bem cruel. Foram necessárias seis semanas, um tempo relativamente curto, para os cães estarem aptos a buscarem um novo lar. No último dia 02/04 foi organizado uma angariação de fundos para custear os US $ 6000 gastos com o tratamento dos cães. O evento foi bem comovente. Fotos e vídeos mostraram a situação dos cães desde o momento do resgate.

    Sissy foi adotada por Glorya Phillips. Depois de sofrer muito com a perda de um cão, ela soube que Sissy seria ideal para preencher o espaço vazio do seu coração.

    Aquiles foi adotado por Yvette e Jim Klausch. O casal garantiu que ele jamais teria outro dia ruim na sua vida.

    Helen ganhou uma nova mamãe. Gloria Scott já cuida de vários animais com necessidades especiais.

    Kim Tutsch adotou Lilly e agora ela terá mais três irmãos.

    Sequoia foi para a casa de Mila Miller e terá a companhia de mais quatro gatos.

    Rick Chaboudy narrou a experiência na sua página do Facebook. “Tivemos a melhor tarde de ontem celebrando a jornada, as adoções e o início das novas vidas dos Cinco Fabulosos. Nós rimos, choramos, aplaudimos e depois dissemos adeus.”

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    Jogador da Liga de Baseball adota um pit bull abandonado

    Sage vivia nas ruas e por isso sua vida não andava nada fácil. Quando Karly Edington o adotou, o animal estava com a saúde abalada e necessitando uma cirurgia para em breve.

    Apesar dos seus problemas, Sage era um animal alegre. Quando Karly a levou para seu apartamento, ela encontrou Rosemary, uma cadela que foi resgatada também em péssimo estado há algum tempo. Quando Sage e Rosemary se viram pela primeira vez, a integração foi imediata. Ambas se deram muitíssimo bem.

    Mas nem tudo eram flores. Sage não gostava de ficar restrita ao apartamento de Karly. Ela fazia muito barulho e os vizinhos começaram a se incomodar. Para evitar maiores problemas, Karly começou a procurar um novo dono para Sage antes que a paciência da vizinhança chegasse ao seu limite.

    Karly já estava bem nervoso com a situação, pois não estava nada fácil conseguir outro lar para a cadela. Ele estava prestes a tomar uma decisão difícil quando recebeu uma grande ajuda de um amigo. O produtor de rádio Danny Bacis publicou um tweet com a foto de Sage, dizendo que ela estava prestes a ser levada para um abrigo caso não conseguisse um novo dono o mais breve possível.

    A repórter esportiva Emily Jones retwitou a mensagem e aí o milagre aconteceu. O jogador do Dallas Rangers, Yu Darvish viu o tuíte e decidiu conhecer Sage.

    Darvish foi até a casa de Karly que, pouco ligado a assuntos esportivos, não conhecia o jogador. No início, Darvish e a esposa do jogador se ofereceram em levar Sage por um tempo até outra pessoa adotá-la. Porém, foi só passarem um tempo com a cadelinha para a decisão ser completamente modificada. Darvish e a mulher queria Sage para sempre.

    Karly ficou tão grato por Darvish proporcionar um lar amoroso para a doce Sage que fez a seguinte postagem no seu Instagram:

    “Estou muito grato por este homem, que simplesmente viu um tweet desesperado e dentro de uma hora me contatou.”


    A diretora do My Pit Bull is Family também ficou muito satisfeita com a iniciativa de Darvish. Shannon Glenn diz que a adoção de alto nível de Sage pode ajudar outros filhotes de pit bull a encontrarem novos lares. É uma maneira de quebrar os estereótipos que cães desta raça enfrentam. Sage agora vive com mais cinco irmãos e conforme Darvish mesmo diz, ela está muito bem e feliz.

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    Loretta foi por tanto negligenciada que mal podia encarar as pessoas

    Não se sabe por quanto tempo a cadela Loretta foi negligenciada. Mas isto causou sérios prejuízos na sua vida. Ela foi deixada em um abrigo da cidade de San Bernardino, Califórnia e suas mamas confirmavam que Loretta recém havia ganho uma ninhada. Contudo, não era exatamente isto que chamava mais atenção.

    Loretta estava simplesmente apavorada. Kelly Reeves, presidente da PawPrints no Sand Animal Rescue revelou que quando a cadela chegou ao abrigo ela encostou a cabeça no chão e por ali ficou, como se não quisesse não ser vista por ninguém. Além disso, Loretta não conseguia parar de tremer. Kelly Reeves contou ainda que o pavor da cadela era tanto que ela não conseguia nem andar e foi carregada por ele para o carro, e então levada ao veterinário.

    O comportamento durou alguns dias. Loretta não conseguia olhar direito para ninguém. Era nítido que a cadela se sentia muito acuada.

    Como Loretta existem muitas cadelas na mesma situação, afirma Kelly. Loretta foi usada para procriar e depois que os bebês nasceram, não serviu mais.

    Mas o tormento da simpática Loretta está chegando ao fim. Ela está vivendo um lar amoroso onde está se adaptando às pessoas, aprendendo a confiar nelas e a se sentir mais segura. Superada esta etapa, Loretta irá para uma casa permanente. As coisas estão indo no seu próprio tempo, até Loretta se sentir confiante. O carinho e o amor que recebe da família com quem vive está sendo fundamental para sua evolução.

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