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[VÍDEO] Cachorro ouve o bebê chorando e não sai de perto até que ele fique calmo

Este cachorro não sai do lado do bebê quando ele está chorando e faz de tudo para acalmá-lo. 

Dexter é um retriever do Labrador que vive nos EUA. Até julho de 2021, ele era “filho único”, mas o feliz casal estava esperando um bebê humano, cuja chegada era esperada por toda a família – menos para Dexter, que não fazia ideia de que um irmão estava a caminho. 

O próprio Dexter deixou há pouco tempo de ser um bebê. Quando o irmão humano foi finalmente trazido da maternidade, o retriever do Labrador tinha apenas um ano e meio de vida – estava no limiar da vida adulta, mas, em geral, cães de raça demoram mais tempo para atingir a maturidade física e emocional. Podemos dizer que Dexter ainda é um adolescente. 

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YOUTUBE/ VIRALHOG

Dexter e Carter 

Não foi possível entender completamente o que estava acontecendo. Certo dia, a mãe humana de Dexter teve de sair de casa às pressas. O pai humano estava ansioso e um pouco amedrontado – o retriever do Labrador pôde perceber isso na fisionomia do tutor. 

Dias depois – que pareceram séculos para Dexter, uma vez que ele não compreendida o que estava ocorrendo à sua volta, nem para onde tinha levado a sua tutora –, a mãe humana finalmente voltou para casa. 

Alguma coisa estava diferente. A tutora vivia cercada de cuidados, parecia estar doente ou cansada demais para brincar. Dexter achou que havia algo estranho. Afinal, ela sempre tinha gostado de atirar a bolinha para ele encontrar e trazer de volta. 

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YOUTUBE/ VIRALHOG

O mistério maior, para o retriever do Labrador, era uma trouxinha de pano que veio junto com a tutora quando ela voltou para casa. O pequeno fardo emitia cheiros – alguns não muito bons – e também se movimentava. 

O cachorro acreditava que aquilo deveria ser um grande tesouro, pois todas as visitas se aproximavam e falavam coisas que antes ele só tinha ouvido quando eram dirigidas a ele: “Que amor!”, “Que fofinho!”, “A coisa mais linda do mundo!”. Os comentários todos giravam nesses termos. 

Duas semanas depois da chegada, Dexter conseguiu finalmente ver o que havia na trouxinha: um bebê humano. Pequeno, desajeitado e muito desengonçado, na avaliação do retriever do Labrador. De qualquer forma, era engraçadinho. 

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Dexter decidiu se aproximar com cautela do humaninho em miniatura. Aparentemente, o peludo gostou do que viu. Mas os tutores não davam muito espaço, não deixavam o cachorro brincar em paz com Carter – este é o nome do bebê que veio da maternidade. 

A mãe de Dexter recuperou-se rapidamente. O cachorro acreditou que não havia sido nada sério, porque, em poucos dias, ela já estava fazendo tudo que fazia antes. Mas passava muito tempo envolvida em cuidados com a trouxa – ou melhor, com o humaninho. 

Contatos imediatos 

Certo dia, Dexter foi surpreendido. Carter descansava em um brinquedo interessante, cheio de coisa penduradas que balançavam e giravam. O retriever do Labrador se aproximou com cautela, pé ante pé. Mas, eis que o bebê começou a emitir uns guinchos e ganidos em alto e bom som. 

Dexter ficou preocupado. Será que o humaninho estava quebrado? Ele já tinha ouvido aquele som, mas nunca tão de perto. O peludo decidiu fazer alguma coisa para resolver aquela situação: afinal, Carter muito irritado, algo devia estar incomodando o bebê. 

O retriever do Labrador aproximou-se, balançou um pouco o brinquedo em que Carter estava descansando e, aos poucos, o bebê foi se acalmando. Dexter aproveitou a situação para lamber Carter – para sentir o gosto e também para deixar a sua marca registrada. 

Dexter gostou da reação de Carter. Para o cachorro, cuidar de crianças é uma tarefa muito simples: basta balançar um pouco, empurrar os pezinhos e dar umas lambidas no rosto. Intuitivamente, Dexter percebeu que Carter iria crescer rapidamente e tornar-se um bom companheiro para brincadeiras. 

A mãe das duas figurinhas – o bebê humano e a cachorro – estava a postos para garantir a segurança. Mas ela ficou maravilhada com a atitude de Dexter. O cachorro é um jovem saudável, está sempre correndo e pulando, mas, ao lado o bebê, ele conteve a euforia e fez tudo tranquilamente, suavemente. 

Desde este primeiro “contato imediato”, Dexter está cada vez mais próximo do irmão. As outras interações haviam sido muito rápidas, à distância, sem tempo suficiente para uma apresentação e uma boa conversa. Bebês não sabem falar, cachorros também não, mas eles se comunicam muito bem. 

A família ganhou um baby sitter 24 horas por dia. Dexter está sempre vigiando o irmão, balançando o berço ou o carrinho, garantindo o conforto e a segurança do bebê. Nos próximos meses, a convivência desta dupla certamente gerará imagens cativantes e divertidas. Por enquanto, eles fazem sucesso com Dexter demonstrando as suas habilidades de babá. 

Amaury Almeida Costa
Amaury de Almeida Costa ([email protected]) é redator publicitário há mais de 30 anos. Escreve para diversos blogs desde 2008. Presente nas redes sociais desde a época do Orkut, foi editor da revista Animanews, sucesso editorial do final dos anos 1990, que trazia informações sobre pets – além de cães, gatos e aves, trazia informações sobre répteis, anfíbios, peixes e invertebrados de estimação.
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