Cachorros são ótimos companheiros para pessoas de diferentes idades, desde crianças pequenas até pessoas da terceira idade. Caso você seja um idoso ou tenha alguém com idade mais avançada em casa, é importante levar em conta alguns fatores na hora de adotar um cão, pois a convivência entre pessoas idosas e cães precisa ser bastante tranquila.

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Além de ser uma maneira de enfrentar a solidão, a convivência com cachorros pode gerar benefícios para a saúde de pessoas que estejam naquela que é denominada “melhor idade”, reduzindo a pressão sanguínea e até o colesterol. Outra vantagem de ter a companhia de um cão é o aumento da atividade física, uma vez que há necessidade de movimentação para levar o animal para passear, por exemplo.

Mais do que não ficar parado o dia inteiro, um idoso pode se sentir mais propenso a se socializar com outras pessoas ao conviver com um cachorro de estimação. Alguns casos também ajudam a aumentar a sensação de segurança, principalmente se a pessoa vive sozinha.

É importante considerar que nem todas as raças são recomendadas para o convívio com senhores e senhoras de idade avançada, afinal, muitos cães são agitados, barulhentos e podem mais atrapalhar do que ajudar. Por isso, dê preferência a raças dóceis e que possam se adaptar facilmente ao estilo de vida da pessoa.

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Quanto menos trabalho o animal der, melhor será para o idoso, que não deve se preocupar com a limpeza das necessidades do cachorro ou ficar correndo atrás do animal para que ele não roa objetos. Logo, é mais aconselhável ter cachorros que não sejam mais filhotes.

Cães de pequeno porte são os mais indicados, pois permitem que o idoso acompanhe seus passos sem precisar andar mais rápido. O tamanho menor também impede que o animal machuque a pessoa acidentalmente durante brincadeiras. Além disso, é muito mais fácil pegar um animal leve e menor quando não se tem muita força.

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Os cães que não precisam de muitos cuidados e que são capazes de brincar sozinhos também podem conviver com pessoas idosas sem problemas. É o caso dos cães que ficam mais no colo do que no chão, sendo acariciados por seus companheiros por bastante tempo.

Lembre-se de que assim como qualquer outro cão, é necessário levar o animal para passear regularmente, mesmo que seja para uma simples volta no quarteirão. Por fim, não esqueça as despesas que todo cão gera, como alimentação, consultas veterinárias, entre outras.


2 COMENTÁRIOS

  1. Um alerta que faço a pessoas que queiram “presentear” parentes idosos com um cãozinho de companhia é: se você não está disposto a assumir o cachorro em caso de falecimento do “presenteado” não faça isso. As pessoas têm mania de transferir pros outros a responsabilidade de cuidar de um idoso. Transferem até para os animais! E quando o idoso falece, nenhum parente quer assumir o cachorro, que acaba abandonado. Tenha santa paciència.

  2. Eu Penso Muito nisso quando eu morrer que vai cuida do meu bebê eu tenho como um filho e a única coisa que eu Tenho o meu lavrador o Meu bebê eu sinto que é único amor verdadeiro que eu tenho na vida

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