InícioHistórias FelizesCachorra de 20 anos ainda adora aconchegar-se com sua banana de pelúcia

Cachorra de 20 anos ainda adora aconchegar-se com sua banana de pelúcia

A cachorra já fez 20 anos, mas não larga por nada a banana de pelúcia, seu melhor brinquedo.

Tessa é uma cachorra creme sem raça definida, com traços de terrier. Ela ama a família e é superprotetora. A cadela já completou 20 anos – pode ser considerada como um Matusalém entre os peludos – mas continua gostando de passear e brincar – especialmente com a sua banana de estimação.

A cachorrinha nunca deixa a banana de estimação sozinha por muito tempo: ela arrasta o brinquedo aonde quer que vá. Quando a pelúcia ganha uma folga, para tomar um banho na máquina de lavar, Tessa fica ansiosa, procurando o seu “objeto de desejo”.

Sentimento de posse

Muitos tutores se perguntam se vale mesmo a pena dar um brinquedo de presente para os peludos. Eles apenas mordem, sujam, babam e acabam destruindo os objetos ofertados. Tessa, no entanto, é a prova de que os cães dão muito valor às suas posses e são muito gratos aos tutores por proporcionarem momentos agradáveis.

Mas Tessa realmente gosta da banana de pelúcia. Ela tem prazer em mostrar o brinquedo, mas não gosta de partilhar por muito tempo. A cachorra efetivamente se apossou do objeto e tem plena noção de que se trata de uma propriedade exclusiva.

Mas, como a cachorra nunca apresentou sinais de territorialidade, ela apenas fica aconchegada à pelúcia, como se a banana evocasse lembranças felizes. Além disso, a família humana pode contar com momentos de ternura e inocência proporcionados pela peluda, que a tornam ainda mais atraente.

Tessa e a banana

A tutora de Tessa, Shanna Loren Weaver, mora em Atlanta (Geórgia, sul dos EUA). Ela deu a banana de estimação para a cachorra há cinco anos, depois que o brinquedo favorito da peluda foi destruído por outro cachorro adotado pela família.

A banana de pelúcia foi encontrada em um “saldão”, em uma pet shop. O brinquedo estava junto com diversas outras peças baratas, na entrada da loja. Mas Shanna conhece as preferências de Tessa e percebeu que a pelúcia tinha o mesmo tamanho das coisas de que a cachorra mais gosta.

Quando a tutora chegou em casa, Tessa percebeu a novidade imediatamente. Ela agarrou a banana no momento em que Shanna a mostrou e ficou muito satisfeita com a nova aquisição. O brinquedo foi imediatamente escondido na caminha da cachorra.

Mas Shanna não é muito boa em esconderijos. Desde que ganhou a banana de pelúcia, ela faz questão de mostrá-la para todos: membros da família, visitantes, estranhos que batem à porta e, claro, os irmãos de quatro patas. Tessa realmente sente orgulho do brinquedo.

Quando pessoas que não frequentam a casa de Shanna regularmente aparecem para visitar a família, Tessa passa correndo na frente para “apresentar” a banana de pelúcia. A tutora, resignada, informa a todos os convidados para que eles “festejem” o brinquedo com a cachorra.

Somente depois de ter mostrado a pelúcia, Tessa recolhe o brinquedo e vai se deitar com ele.

Ela realmente faz questão de que todos saibam que ela é a dona da banana de estimação. Os visitantes precisam elogiar o brinquedo. Mais recentemente, esta rotina ganhou um tom de piada que diverte a todos.

Com a idade avançada, a cachorra foi perdendo a audição. Por isso, é comum, na casa de Shanna, ouvir gritos como “eu gosto da sua banana” e “que banana bonita você tem”. Quem passa pela rua deve desconfiar de que se trata de uma casa de loucos.

Tessa já viveu uma longa vida, cheia de alegrias, amizade e companheirismo. Ela deve subir em breve para o céu dos cachorros, mas isso não interfere nos sentimentos. Shanna terá para sempre a memória da cachorrinha meiga e apaixonada. Se precisar, ela pode guardar a banana de pelúcia, como lembrança de uma grande amiga.

Amaury Almeida Costa
Amaury de Almeida Costa ([email protected]) é redator publicitário há mais de 30 anos. Escreve para diversos blogs desde 2008. Presente nas redes sociais desde a época do Orkut, foi editor da revista Animanews, sucesso editorial do final dos anos 1990, que trazia informações sobre pets – além de cães, gatos e aves, trazia informações sobre répteis, anfíbios, peixes e invertebrados de estimação.
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