InícioCuriosidadesPapai faz as fantasias de Halloween mais fofas para seus cães resgatados

Papai faz as fantasias de Halloween mais fofas para seus cães resgatados

Os modelos foram resgatados. As fantasias de Halloween para cachorros fazem um tremendo sucesso.

Steve Mckay é um professor americano que sempre gostou do Halloween. Nas escolas em que lecionou, ele sempre criava fantasias com os alunos para comemorar o feriado. Na verdade, desde criança, Steve curtiu desenvolver os próprios projetos.

Quando este professor se mudou para Taiwan, há dez anos, ele resolveu continuar comemorando a tradicional data americana, apesar de não ser um costume muito comum no país asiático. Mas ele incluiu alguns modelos interessantes para celebrar o Halloween: dois cachorros resgatados nas ruas apresentam as fantasias no 31 de Outubro.

O Halloween de Steve

Steve contou à reportagem local que sempre gostou do Halloween e das fantasias e disfarces. Quando criança, ele e os pais desenvolviam projetos caseiros para participar da festa, sempre com os materiais disponíveis em casa, como cola, papelão e feltro, para garantir “gostosuras ou travessuras”.

Quando começou a dar aulas, Steve identificou nas fantasias uma maneira de integrar e estimular a criatividade dos alunos. Em pouco tempo, ele era o responsável por tudo relacionado à festa da escola: decoração, fantasias, máscaras, etc.

Há dez anos, o professor transferiu residência para Taipé, a capital de Taiwan, país onde não existe a tradição do Halloween – uma festa tipicamente americana, mais ou menos conhecida no Ocidente, mas ignorada em outras partes do mundo.

O Halloween, na verdade, é uma festa celta, originada provavelmente no País de Gales, que foi cristianizada. Os habitantes de Taiwan são majoritariamente budistas e taoístas – menos de 4% da população professa o Cristianismo.

Steve ensina a língua inglesa para os taiwaneses, e nada melhor para aprender um novo idioma do que mergulhar na cultura estrangeira.

Mas o Professor Steve gosta de manter a tradição. Na condição de estrangeiro, ele gosta de mostrar a amigos e vizinhos as brincadeiras e costumes do Halloween: “é uma tradição engraçada e um jeito de contar como eu cresci nos EUA”.

As primeiras fantasias foram criadas para os alunos de Steve. Então, o professor adotou Buster, um cachorro sem raça definida encontrado abandonado nas ruas de Taipé. Em pouco tempo, o peludo foi incorporado ao Halloween.

Há cinco anos, Buster entrou para a família Mckay. Steve conta que “ele era meio feio, muito magro, com alguns problemas de pele e de pelos, mas também era muito fofo e gostava de demonstrar afeto para todos que encontrava”.

O cachorro seguiu Steve pelas ruas por alguns dias. Inicialmente, ele foi ignorado. Em seguida, o professor começou a levar alguns petiscos para alimentá-lo. Por fim, ele entrou na casa e, desde então, não saiu mais.

Steve começou fazendo uma fantasia divertida para o Halloween, que divertiu muito a esposa. Era uma atividade espontânea. Nos anos seguintes, os vizinhos começaram a notar e achar engraçado. Com esse “incentivo”, Buster e Steve já se fantasiaram de macarrão instantâneo (o tradicional lámen oriental), abelha e flor, frutas do país, etc.

Depois de Buster, foi a vez de Beans entrar para a família Mckay. Naturalmente, o mais novo membro também começou a ser fantasiado por Steve. Qualquer coisa que caísse nas mãos de Steve se tornava matéria-prima para a confecção das fantasias.

Buster está mais acostumado com as fantasias, enquanto Beans tenta destruí-las de todo jeito. O cachorro mais velho parece compreender que os adereços indicam que, em breve, algumas guloseimas serão conquistadas. Mas Beans gosta de usar enfeites de cabeça, como chapéus e óculos – assim, ele participa das brincadeiras com o pai e o irmão.

Seja como for, no Halloween, o trio sai pelas ruas de Taipé para angariar gostosuras. A brincadeira é feita nos moldes americanos: os fantasiados batem à porta dos vizinhos para obter doces, petiscos, etc.

Os dois cães se divertem com o tutor durante o ano inteiro. Eles gostam muito de correr e de brincar de lutar – e Steve participa intensamente das brincadeiras. Eles estão felizes, têm uma família amorosa e responsável.

Mas, quando outubro está se aproximando, Buster e Beans sabem que precisam assumir a tarefa de modelos. Isto significa muitas provas de fantasias e adereços, muitas tentativas e erros na confecção dos costumes.

De qualquer maneira, tudo isso mostra que, em apenas poucos dias, eles irão passear com o pai, exigindo gostosuras ou travessuras. No melhor estilo americano, ainda que estejam do outro lado do mundo.

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Amaury Almeida Costa
Amaury de Almeida Costa ([email protected]) é redator publicitário há mais de 30 anos. Escreve para diversos blogs desde 2008. Presente nas redes sociais desde a época do Orkut, foi editor da revista Animanews, sucesso editorial do final dos anos 1990, que trazia informações sobre pets – além de cães, gatos e aves, trazia informações sobre répteis, anfíbios, peixes e invertebrados de estimação.
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