Você sabe identificar os pedidos de ajuda do seu cachorro? Conheça 12 sinais

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Cachorros emitem sinais pedindo ajuda quando estão em apuros. Você consegue identificá-los?

Apesar dos milhares de anos de convivência, cachorros e humanos falam línguas diferentes. Muitas vezes, eles estão enviando pedidos de ajuda, emitindo sinais urgentes, mas não conseguimos traduzi-los e identificá-los.

A maior parte destes sinais são revestidos de alterações no comportamento: os cachorros passam a agir de forma diferente. Eles também podem pedir ajuda quando apresentam mudanças orgânicas e, claro, quando demonstram dor e desconforto.

Ao contrário dos humanos, no entanto, os cachorros são muito resistentes à dor. Desta forma, os sinais de ajuda podem estar ocultos ou camuflados: os tutores precisam aprender a identificar, para garantir a saúde e bem-estar dos peludos.

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Conheça os sinais que seu cachorro está pedindo ajuda

Cada cachorro exibe personalidade própria. Alguns são mais agitados, vorazes, intensos, enquanto outros são mais apegados, dependentes. Existem cães tranquilos e pacatos, enquanto outros parecem estar permanentemente ligados em 220 volts.

A maioria procura a companhia dos tutores constantemente, mas há cães independentes, persistentes e teimosos. Os tutores devem conhecer o temperamento dos peludos, para conseguir identificar mudanças no comportamento, especialmente aquelas que são verdadeiros pedidos de ajuda.

Veja também: 04 sinais de que seu cão está precisando de afeto

Alguns sinais podem parecer engraçados, mas ocultam transtornos e desconfortos. Os cachorros costumam se agachar quando estão brincando ou investigando, mas se o gesto se repete quando eles estão em repouso ou relaxados, pode ser que estejam com dores abdominais.

Perseguir a própria cauda é comum entre os filhotes, que estão conhecendo o corpo e podem achar divertido correr atrás do apêndice. Nos adultos, o hábito indica problemas de pele, ortopédicos ou alterações comportamentais derivadas do tédio e do isolamento.

Relacionamos a seguir alguns dos principais sinais que devem ser traduzidos como pedidos de ajuda. Os cachorros são dependentes dos tutores e entender as alterações é a garantia da qualidade de vida, da tranquilidade e de muita alegria na parceria.

01. Comer e beber de forma diferente

Os cachorros são vorazes e costumam engolir o alimento em poucos minutos. Na natureza, a regra é: “não sabemos quando vamos caçar novamente; portanto, vamos comer o máximo possível”. Os peludos mantêm este comportamento ancestral.

Eventualmente, os cachorros podem recusar a ração nossa de cada dia. Às vezes, eles enjoam do prato, mas quase sempre eles deixam de se alimentar nos dias muito quentes, em que a intensidade das atividades físicas é reduzida. Passar um ou dois dias sem tocar na ração pode ser considerado normal, mas, de qualquer forma, exige atenção dos tutores.

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Quando os cães recusam alimento sem motivo aparente e quando passam a beber pouca água, ou muito mais do que o regular, é preciso levá-los para um check-up. A falta de apetite é um sinal evidente de diversas doenças – de uma indisposição estomacal a transtornos metabólicos graves.

02. Andar mancando

A movimentação dos cachorros deve parecer ser sempre livre e desimpedida. Na natureza, os ancestrais dos cães percorriam longas distâncias em busca de alimento, agasalho e segurança. Qualquer alteração nos movimentos é um pedido de ajuda real.

A primeira providência dos tutores é inspecionar as patas. Nas caminhadas (inclusive dentro de casa), os cachorros podem espetar objetos entre os dedos e isto impede o movimento cadenciado.

Outra possibilidade relativamente comum é a queimadura nos coxins plantares (as almofadinhas dos dedos). Isto é mais comum entre os cães com coxins rosados e de pele fina, mas pode acontecer também com as almofadas pretas e espessas, desenvolvidas para a caminhada em terrenos duros e rochosos.

Nos dias quentes, é recomendável escolher as horas mais frescas do dia, antes das 10h ou depois das 16h. O asfalto pode atingir temperaturas elevadas e provocar queimaduras, mesmo para os cães que usam luvas e botas.

Os problemas, no entanto, podem ser mais graves. Um cão mancando pode estar com alguma dificuldade nas articulações, no quadril ou na coluna vertebral. As displasias (de quadril e de cotovelo) são mais frequentes entre os cães de grande porte, mas os pequenos podem sofrer fraturas e rupturas de ligamentos com certa facilidade.

03. Chorar, ganir e uivar

Alguns cachorros são manhosos e, quando aprendem que os tutores se apressam em socorrê-los ao menor sinal de choro, eles podem usar esta estratégia sempre que queiram carinho ou apenas companhia.

De qualquer forma, as vocalizações dos cachorros são bem conhecidas pelos tutores. Alterações na “fala” podem ocorrer na altura do som, na frequência e na intensidade. E, uma vez que os ruídos podem denunciar a presença, tanto para presas como para predadores, os cães costumam ser “econômicos” inclusive nos latidos.

Veja também: Cães que choram quando ficam sozinhos. O que fazer?

Vale lembrar que os cães não derramam lágrimas quando choram. A aparência fica entristecida, com as orelhas para baixo e para trás. Os ganidos também tornam a vocalização mais aguda.

O cachorro pode estar apenas sinalizando que quer brincar e se divertir, mas a persistência do choro indica que há algo errado. Alguns peludos tendem a se esconder quanto sentem dor e podem se mostrar agressivos. Quando estes sinais se instalam, é preciso procurar auxílio veterinário.

Os uivos e gemidos, no entanto, podem ter motivos bem mais triviais. O cachorro pode ter perdido a bolinha, ou não consegue alcançá-la, por ter rolado para baixo de um móvel ou não estar acessível. Estes pedidos de ajuda costumam estar associados a olhares fixos, que apontam para um local específico.

Os ruídos também podem indicar que algo estranho está acontecendo: uma buzina diferente nas redondezas, o voo de uma borboleta e até o desafio de um gato, outro cachorro ou até mesmo uma criança.

04. Gemer e tremer

Os gemidos fazem parte da linguagem canina e podem indicar as necessidades e vontades do peludo, ou talvez sejam apenas um pedido de atenção e afeto. Os cachorros também podem gemer quando se sentem amedrontados ou quando estão ansiosos. Por fim, o gemido pode ser simplesmente um pedido de desculpas – mais exatamente, uma tentativa de se livrar de uma situação desagradável, em que ele foi “pego em flagrante”.

Em qualquer situação, tutores responsáveis devem dedicar um tempinho para verificar o que o cachorro está querendo dizer. Um cuidado maior deve ser tomado quando os gemidos são provocados pela dor. Um cão pode gemer enquanto sobe degraus ou uma rampa muito inclinada, sinalizando problemas nos membros ou na coluna vertebral.

Quando são acompanhados por tremores, o pedido de socorro se torna evidente. Gemidos e tremedeiras podem indicar falta de coordenação, intoxicação grave e transtornos neurológicos mais ou menos graves.

05. Fazer xixi e cocô no lugar errado

Enquanto são filhotes, os cachorros podem deixar escapar o xixi e o cocô, ou simplesmente fazerem as necessidades fisiológicas em qualquer lugar. Isto acontece porque eles ainda não conseguiram compreender que existem lugares “certos e errados”.

Quando estão muito excitados, é igualmente comum que os cachorros relaxem o esfíncter uretral, liberando um pouco de urina. Isto pode acontecer durante brincadeiras intensas ou quando eles estão fazendo festa para alguém muito especial que acaba de chegar.

No caso dos cães que passam muito tempo sozinhos, xixi e cocô no lugar errado são uma indicação clara de que eles não estão satisfeitos com a solidão e o isolamento. Não se trata necessariamente de uma vingança: alguns transtornos emocionais, como ansiedade e estresse, podem ser os responsáveis pela “transgressão”.

Veja também: Xixi no lugar certo: Como ensinar o cachorro

Cães adultos e emocionalmente equilibrados raramente perdem o controle dos esfíncteres. Quando isto ocorre, é sinal de algum problema físico. O animal pode estar com uma doença no intestino, uma infecção urinária ou problemas no sistema genital – inclusive tumores na próstata e nos testículos (entre os machos), nos ovários, útero e vulva (entre as fêmeas).

É importante lembrar que a castração precoce reduz sensivelmente a ocorrência de cânceres geniturinários. Se o seu cachorro não está conseguindo controlar a urina e as fezes, ele precisa se consultar com um médico.

06. Mudar o ritmo das atividades

Os cachorros estão sempre dispostos a brincadeiras, passeios e outras atividades físicas. O ritmo e a intensidade dos exercícios variam de cachorro para cachorro, assim como existem raças mais atléticas ou mais pacatas.

O pedido de socorro quando surgem alterações abruptas: o cachorro demonstra cansaço durante as caminhadas diárias ou aparenta apatia. Se um cão geralmente dá mostras inequívocas de alegria apenas ao ver o tutor pegando a coleira e estas atitudes são substituídas por indiferença, é preciso identificar o motivo.

O cachorro pode estar com problemas nos ossos, músculos ou articulações. Caso a mudança seja muito abrupta, é possível desconfiar de um traumatismo causado por uma queda ou choque; os problemas crônicos normalmente se instalam gradualmente, não de um dia para o outro.

O cachorro também pode estar indicando que os passeios e brincadeiras têm sido extenuantes: ele simplesmente decide que não quer se envolver nas atividades. É importante respeitar o ritmo e a personalidade de cada pet. Um animal tímido ou medroso demais pode não querer ir para a rua, por causa dos muitos riscos que ele imagina haver por lá.

Algumas raças pedem pouco esforço físico. Por exemplo, os cães braquicefálicos (de cara amassada), como pug, boxer e lhasa apso e qualquer animal de focinho curto, apresentam baixa frequência respiratória, que pode levar a problemas nas vias aéreas e até cardiovasculares.

Os cães pequenos, evidentemente, não podem acompanhar um humano adulto em uma corrida. Para um lulu da Pomerânia ou um chihuahua, caminhar até a esquina representa um esforço equivalente ao de uma maratona.

Os idosos também precisa reduzir o ritmo. Cães a partir dos seis ou sete anos de idade não apresentam a mesma resistência física e forçá-los leva necessariamente a doenças, especialmente no sistema respiratório e no coração.

O mais importante é ficar atento a mudanças repentinas de ritmo. Elas podem ser resultantes de um trauma, de um desconforto passageiro (mas, nem por isso “mais confortável”) ou de uma doença em um órgão interno.

07. Lamber as patas excessivamente

Todo ato repetido compulsivamente indica problemas. Ansiedade, depressão e estresse podem ser identificados com as lambidas constantes nas patas. Um sinal semelhante é o ato de coçar-se insistentemente.

Lamber e mordiscar as patas (quase sempre as dianteiras) é bastante comum entre os cachorros. É um sinal de tédio, mas também uma maneira de passar o tempo. O problema não é o gesto, mas a intensidade dele.

O cachorro pode estar se sentindo ocioso, sem nada para fazer. Cabe aos tutores intensificar os exercícios e brincadeiras, sugerindo novos desafios para os peludos. Os transtornos emocionais são extremamente prejudiciais à qualidade e até à expectativa de vida dos peludos.

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As lambidas em excesso também podem gerar transtornos secundários. A pele dos dedos se torna mais fina, rompe-se com facilidade e pode se tornar a porta de entrada de infecções bacterianas e virais. O ato também compromete o movimento, por causa da dor nas patas.

08. Coçar-se de forma exagerada

As coçadelas também indicam que o cachorro está se movimentando menos do que deveria. Alguns momentos coçando o tronco podem significar apenas um relaxamento, mas coçar-se de forma exagerada é um verdadeiro pedido de ajuda.

A primeira providência a ser tomada é verificar a presença de ectoparasitas, como pulgas, piolhos e carrapatos. Estes insetos atrapalham bastante a vida dos peludos em função das picadas, que provocam dor e motivam as coçadelas.

Alguns cães são alérgicos às picadas: basta uma única pulga para o cachorro apresentar manchas rosadas ou marrons, desconforto e até queda de pelos. Portanto, é preciso usar repelentes e inspecionar a pelagem na volta dos passeios.

Estes insetos também podem ser vetores de uma série de doenças. Pulgas e carrapatos são responsáveis pela erliquiose, babebiose e algumas verminoses, como a causada pelo Dipylidium caninum, que provoca diarreia, vômitos e perda de peso.

Quando um cachorro se coça de forma exagerada, ele também pode estar indicando uma dermatite – série de doenças que prejudicam a pele e os pelos, que podem ser genéticas ou causadas por bactérias e fungos. O tratamento deve ser levado à risca, por que alguns desses micro-organismos podem penetrar nas camadas internas da pele e ser levados pela corrente sanguínea a diversos órgãos, gerando transtornos graves, que podem inclusive ser fatais para o cachorro.

09. Tornar-se destrutivo

Os filhotes são especialistas em destruir coisas. Em parte, os estragos causados por um cachorrinho são devidos à troca de dentes: roer brinquedos, roupas de cama, pés de móveis e chinelos dos tutores alivia a dor e à coceira.

No entanto, além do desenvolvimento da dentição definitiva, que ocorre entre quatro e seis meses de vida, os atos destrutivos são derivados principalmente pela curiosidade dos filhotes: eles estão descobrindo o mundo – e cachorros experimentam o mundo principalmente com a boca.

Os cães adultos, quando educados a “não mexerem com as coisas dos outros”, dificilmente exibem comportamento destrutivo. Eles podem enjoar de um brinquedo e abandoná-lo, mas é incomum vendo-os destruir qualquer objeto.

Esta situação, porém, pode mudar. Os cachorros são animais sociáveis: eles passam a vida dividindo tarefas, perigos e brincadeiras com os outros membros do grupo. Eles são sempre ativos e estão sempre envolvidos nas funções de guarda, caça, defesa, etc.

A falta de estímulos prejudica seriamente os cachorros. Caso seja necessário deixá-los sozinhos em casa por períodos mais ou menos longos, é preciso envolvê-los em atividades: alguns brinquedos, janelas das quais eles possam observar o movimento da rua ou até uma roupa do tutor, para que eles possam sentir o cheiro e matar a saudade.

Deixados sozinhos sem nada para fazer, os cachorros se ressentem do abandono e da negligência e fazem questão de sinalizar o desconforto. Alguns se mostram ansiosos, outros desenvolvem depressão; alguns ficam agressivos (inclusive porque não socializam com a família e estranhos – cachorros e humanos), outros destroem tudo o que puderem alcançar: sapatos, almofadas, cortinas, enfeites, etc.

Esta postura destrutiva é quase inconsciente. Cachorros que agem assim não estão se vingando por terem ficado sozinhos: eles simplesmente ocupam o tempo com o que têm à mão ou, mais precisamente, com o que têm aos dentes e garras.

10. Latir demais

O latido é o meio principal com que os cachorros exprimem alegria, satisfação e entusiasmo. A vocalização também é usada como alerta, para indicar que há algo errado: um barulho, um cheiro, a aproximação de um estranho.

Embora os cães de algumas raças latam menos do que os de outras, todos usam os latidos também como ameaça. O latido pode significar claramente “não se aproxime” ou “eu vou atacar você: último aviso”.

O latido dos cães pode ser comparado ao choro de um bebê: ele indica necessidades e desejos. Alguns peludos chegam a “conversar” com os tutores, interagindo nas tarefas cotidianas e até cantando acompanhados por um instrumento musical.

O latido também pode indicar desconforto, dor, estresse, ansiedade e depressão. Ninguém pode reclamar dos latidos, porque eles são inerentes à raça. As alterações nos latidos – altura, frequência e intensidade – é que devem ser “traduzidas” pelos tutores.

Quando um silencioso weimaraner, conhecido como fantasma cinza, late intensamente, não se deve ignorar os motivos. Da mesma maneira, se um cocker spaniel ou um beagle ficam silenciosos, alguma coisa estranha ou diferente está acontecendo.

Latidos em excesso ou alterados e até mesmo a ausência de latidos pode sinalizar para questões corriqueiras, como um carro cantando pneu na rua; também podem expressar alguma vontade ou necessidade.

Por fim, alterações drásticas nos latidos indicam algum tipo de transtorno físico ou mental. É preciso verificar este sinal juntamente com outros que o cachorro possa estar exibindo. Ele pode estar com fome, frio, precisando de companhia, alertando sobre um perigo ou demonstrando dor ou desconforto.

11. Mostrar-se arredio

Não é comum que o cachorro se mostre arredio para a família. O oposto é justamente o esperado: cães interagem o tempo todo com os humanos e outros animais de estimação que vivem na casa.

Eles podem se mostrar arredios com pessoas estranhas. Enquanto os guardiães e territorialistas acompanham os visitantes em uma marcação cerrada, os mais tímidos tendem a ficar arredios e se esconder. Não há nada de errado nisso, desde que os cães não provoquem danos para eles ou para outros seres.

Mas, quando um cachorro se mostra arredio sem motivo aparente, ele pode estar sinalizando que não está se sentindo bem. Quando um cão tenta se esconder, é muito provável que dores e incômodos o estejam acompanhando. E, como a maioria dos cães apresenta elevada resistência à dor, o problema quase sempre é sério.

Mas o cachorro também pode se mostrar arredio por excesso de zelo. Especialmente os cães mais independentes não gostam de ficar o tempo todo sendo acariciados e cuidados. Talvez os tutores estejam exagerando na dose de atenções e afagos.

Outra possibilidade é fugir e tentar esquivar-se daquele membro da família conhecido pelo espírito atlético. As brincadeiras são sempre exageradas e os passeios, em marcha acelerada inclusive nas subidas desestimula os cães. Mais uma vez: é preciso respeitar o ritmo de cada cachorro.

12. Ofegar, tossir, perder o fôlego

Um cachorro ofegante está nos limites da exaustão. Ele põe a língua para fora (para eliminar o suor e reajustar a temperatura corporal), deita-se em qualquer lugar e recusa-se a seguir em frente. Isto pode acontecer com um husky siberiano, depois de uma corrida de 30 minutos, ou com um pinscher miniatura, em um passeio curto.

A língua para fora, no entanto, normalmente não é motivo para o cachorro interromper as brincadeiras. Se ele não quiser prosseguir, está sinalizando claramente que está cansado e isto pode ocorrer por causa do calor ou da carga de exercícios.

A tosse e a perda de fôlego são sinais mais extremos. Cães portadores de diversas doenças apresentam estes sintomas, de um simples resfriado a uma insuficiência respiratória. É preciso avaliar o animal com cuidado e marcar uma consulta com rapidez.

A tosse persistente indica falhas no sistema respiratório, que podem ser mais ou menos graves: apenas o veterinário pode estabelecer um diagnóstico e o tratamento necessário. A perda de fôlego pode indicar transtornos no pulmão e no coração.

Com a idade, a energia e o pique se enfraquecem, mas isto não significa que o cachorro não possa brincar e divertir-se com os tutores. Apenas é necessário que as brincadeiras sejam adequadas para um cão idoso.

Os pedidos de ajuda dos cachorros quase nunca param. Observá-los e entendê-los faz parte as responsabilidades dos tutores. Por outro lado, conseguir traduzir os sinais é uma tarefa divertida, às vezes empolgante e sempre emocionante. Isso também faz parte da relação.